• Latest
  • Trending

MEIO AMBIENTE: Lula deve voltar a priorizar demarcação de terras indígenas

25 de dezembro de 2022

VEJA O VÍDEO: Colisão frontal entre carretas deixa rondoniense morto após veículo pegar fogo entre Vilhena e Comodoro

31 de janeiro de 2026

Assista ao vídeo que mostra pancadaria generalizada na Delegacia da Mulher na Capital

31 de janeiro de 2026

CPI DO CRIME ORGANIZADO: Senadores pedem quebra de sigilo bancário e fiscal da mulher de Moraes

30 de janeiro de 2026

Jovem morre após médica de UPA confundir pneumonia com ansiedade três vezes

30 de janeiro de 2026

URGENTE: Corpos de dois amigos desaparecidos são encontrados em matagal na zona rural de Porto Velho

30 de janeiro de 2026

Banda do Vai Quem Quer lança tema para 2026 com foco na cidadania e no voto consciente

30 de janeiro de 2026

Usina Santo Antônio é reconhecida com “nível ouro” em certificação internacional ESG

30 de janeiro de 2026

Deputado Ribeiro do Sinpol anuncia reforma da Delegacia de Polícia Civil de Guajará-Mirim

30 de janeiro de 2026

Caixa conclui pagamento da parcela de janeiro do Bolsa Família

30 de janeiro de 2026

Pequenos negócios podem renegociar dívidas com a União até esta sexta

30 de janeiro de 2026

Amigos desaparecem em Porto Velho e carro é encontrado incendiado

29 de janeiro de 2026

CRM descobriu fraudes de irmãs em diplomas ao conferir logomarcas e assinaturas

29 de janeiro de 2026
31 de janeiro de 2026
  • Login
  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato
No Result
View All Result
Hora1Rondônia
No Result
View All Result

MEIO AMBIENTE: Lula deve voltar a priorizar demarcação de terras indígenas

Expectativa das entidades ligadas aos povos indígenas é de que direitos constitucionais das comunidades originárias voltem a ser respeitados

by hora1rondonia
25 de dezembro de 2022
in Política
A A
0
Compartilhar essa notícia:

Com a volta do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a expectativa é de que as terras indígenas que aguardam a demarcação de seus territórios seja formalizada nos próximos quatro anos. Com o avanço do garimpo ilegal na atual gestão, a sobrevivência dos povos originários foi ameaçada pelos criminosos. O presidente Jair Bolsonaro (PL) transferiu, no início da sua gestão, a responsabilidade para a demarcação, identificação e delimitação de terras indígenas para o Ministério da Justiça. A pasta atualmente comandada pelo ministro Anderson Gustavo Torres não realizou nenhuma medida em favor do marco das terras indígenas durante os últimos quatro anos.

Para o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) os governos de Michel Temer (MDB) e Bolsonaro (PL) são as piores gestões para a demarcação de terras. “Romperam com as ações de proteção e fiscalização dos territórios demarcados e destruíram a política de proteção dos povos em isolamento voluntário.” A demarcação de territórios indígenas é um mecanismo previsto na Constituição Federal de 1988, que entende que os povos originários são considerados os donos da terra por um direito que antecede a criação do Estado brasileiro.

A advogada do Instituto Socioambiental (ISA), Juliana de Paula, afirma que a demarcação de terras indígenas traz uma segurança jurídica maior tanto para os povos originários como aqueles que vivem nas proximidades da região. “Há muitos povos que estão passando por ameaças pela não demarcação das terras.” O coordenador-executivo da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá, defende que a demarcação das terras indígenas garante a sobrevivência da cultura, crenças e línguas desses povos. “Um princípio constitucional, um direito que os povos indígenas adquiriram, no sentido de proteção das entidades culturais e de reparação”, destaca Dinaman Tuxá.

Os povos indígenas defendem que a demarcação das terras é fundamental para manter viva a cultura e o modo de vida das mais de 300 etnias que vivem no território brasileiro. “O papel das terras indígenas tem se mostrado muito importante para o combate das mudanças climáticas e o aquecimento global. O índio sem terra não consegue garantir de forma plena a sua existência, sempre vai haver um limitador”, ressalta Dinaman Tuxá.

Governo Lula

O relatório apresentado pela equipe de trabalho dos povos originários aponta aproximadamente 40 terras indígenas com demarcação pendente. Além do fortalecimento da Fundação Nacional do Índio (Funai), entidades ligadas à proteção dos povos originários defendem também que o próximo governo deverá criar um grupo de trabalho com foco na identificação de territórios em situação de vulnerabilidade social que se encontram em processo administrativo de demarcação ou sem as devidas providências. “A expectativa é que o governo volte a cumprir as determinações da constituição e retome as demarcações enquanto um decreto de estado, que não está submetido a opções políticas de direita ou de esquerda”, defende Juliana de Paula. Com a eleição de Lula, os povos indígenas destacam 13 territórios que precisam ser homologados pela a nova gestão que deverá assumir o poder Executivo no dia 1º de janeiro, são elas:

  • TI Aldeia Velha, do povo Pataxó, na Bahia.
  • TI Kariri-Xokó, do povo Kariri-Xokó, em Alagoas.
  • TI Potiguara de Monte-Mor, do povo Potiguara, na Paraíba.
  • TI Xukuru-Kariri, do povo Xukuru-Kariri, em Alagoas.
  • TI Tremembé de Barra do Mundaú, do povo Tremembé, no Ceará.
  • TI Morro dos Cavalos, do povo Guarani, em Santa Catarina.
  • TI Rio dos Rios, do povo Kaingang, no Rio Grande do Sul.
  • TI Toldo Imbu, do povo Kaingang, em Santa Catarina.
  • TI Cacique Fontoura, do povo Karajá, no Mato Grosso.
  • TI Arara do Rio Amônia, do povo Arara, no Acre.
  • TI Rio Gregório, do povo Katukina, no Acre.
  • TI Une Sushi, do povo Makoto Tukano, no Amazonas.
  • TI Acapuri de Cima, do povo Kokama, no Amazonas.

Grileiros e garimpeiros

Para a advogada do ISA, os povos indígenas estão ameaçados pela aproximação de grileiros e garimpeiros que se aproximam de seus territórios. Para Juliana, a demarcação é um dos mecanismos para proteção das comunidades, mas é necessário uma fiscalização dos órgãos competentes. Para Dinaman Tuxá a palavra “esperança” define as expectativas dos povos indígenas para a demarcação de terras durante a gestão do presidente eleito Lula. Para ele, é importante que esse direito das comunidades originárias seja respeitado para que essa população tenha acesso a políticas públicas básicas. “Quando nós iniciamos a terra sem o território demarcado, não teremos as políticas públicas de forma plena, uma insegurança. Espero que o governo Lula cumpra com o seus acordos durante a campanha”, reforça Dinaman Tuxá. O Metrópoles entrou em contato com a Funai sobre o número de terras indígenas que aguardam por demarcação, identificação e delimitação. Entretanto, não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

 

FONTE: Metrópoles 

Comente!
Compartilhar essa notícia:
Tags: BrasilDEMRCAÇÃOdestaqueGOVERNO LULAINDIGENASTERRAS
Previous Post

A disposição dos 3 comandantes das Forças para o que Bolsonaro almeja

Next Post

VEJA O VÍDEO: Durante acompanhamento viatura da PM bate em moto e cai dentro de córrego

MAIS NOTÍCIAS

Política

Deputado Ribeiro do Sinpol anuncia reforma da Delegacia de Polícia Civil de Guajará-Mirim

30 de janeiro de 2026
Política

Deputado Ribeiro vota favorável a projeto que reduz ICMS sobre a venda do gado em Rondônia

27 de janeiro de 2026
Política

GESTO POLÍTICO: Paulo Moraes Jr. rompe inércia histórica, ouve barqueiros e devolve passeios de barco ao Complexo da Madeira-Mamoré

23 de janeiro de 2026
Política

Família Gonçalves perde comando do PRD em Rondônia após articulações políticas; Anderson Dias assume presidência do partido

19 de janeiro de 2026
Next Post

VEJA O VÍDEO: Durante acompanhamento viatura da PM bate em moto e cai dentro de córrego

Notícias mais lidas!

  • Homem lambe a faca suja de sangue após matar jovem na zona leste de Porto Velho

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Mulher que espancou jovem na frente de criança recebe surpresa dolorosa do próprio marido

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • AGORA: Facção criminosa declara guerra contra forças de segurança em Rondônia após morte de sete integrantes

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
Hora1Rondônia

TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS AO HORA1RONDONIA© 2019 - 2026 JORNAL ELETRONICO P. B. B. R. FELIX MARKETING E COMUNICAÇÃO

NAVEGAÇÃO DO SITE

  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato

REDES SOCIAS

No Result
View All Result
  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato

TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS AO HORA1RONDONIA© 2019 - 2026 JORNAL ELETRONICO P. B. B. R. FELIX MARKETING E COMUNICAÇÃO

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a consentir a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.