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       Rondônia, quarta, 18 de fevereiro de 2026.

Brasil

FIM DA FARRA: Alvo de operação por divulgar “tigrinho”, influencer que ostenta vida de luxo nas redes; veja fotos

Alvo da Operação Quéfren, por divulgar plataformas de apostas ilegais, como o “Jogo do Tigrinho”, a influenciadora de Cuiabá, Emilly Souza, ostenta uma vida luxuosa nas redes sociais. No Instagram, Emilly que se identifica como modelo e jogadora, possui 95, 2 mil seguidores.

Na internet, ela mostra viagens que fez a Paris, Maldivas, Suíça, Tóquio, Caribe, Chile, entre outros lugares. A jovem, que está foragida, também mostra registros de procedimentos estético realizados.

Outra influencer foi alvo da Operação Quéfren, deflagrada nesta quarta-feira (2). Trata-se de Mariany Dias, porém diferente de Emilly, ela foi presa em Várzea Grande.

A operação é coordenada pela Polícia Civil do Ceará e, ao todo, cumpre 70 mandados contra influenciadores do Tigrinho, sendo 13 mandados de prisão, 17 de busca e apreensão, 23 de busca veicular, 15 de bloqueio de bens e valores, entre outras medidas cautelares.

A investigação

Conforme apurado pela Polícia Civil do Ceará, desde abril de 2024, a maioria dos investigados são agentes de plataformas responsáveis pela contratação de influenciadores digitais para divulgação de cassinos online, através de suas redes sociais para promover sites de apostas não autorizadas e ilegais no país.

As diligências apontam indícios de lavagem de dinheiro, estelionato praticado por parte dos investigados, além da existência de uma organização criminosa articulada de caráter transnacional.

Com milhares de seguidores, os influenciadores digitais gravavam vídeos e imagens com ganhos fictícios em plataformas de cassino online e postavam em suas redes sociais para captar maior número de apostadores.

Os envolvidos também utilizavam conta “demo/teste” para iludir os seguidores, bem como integram uma rede que negociavam diretamente com chefes das plataformas que tem como proprietários pessoas que residem no exterior, a sua maioria na China, fazendo a indicação de outros influenciadores digitais para a divulgação do “Jogo do Tigrinho”.

Os influenciadores digitais eram remunerados de diversas maneiras, desde o pagamento pela simples colaboração (postagem da plataforma), como pela quantidade de novos usuários nas plataformas (cadastro), ou receberiam comissionamento pelo montante de apostas (valores depositados pelas vítimas), movimentando milhões de reais nos últimos anos.

Além do pagamento de valores, os chefes das plataformas também pagavam viagens para o exterior para os agentes e influenciadores digitais, cujas viagens eram ostentadas em suas redes sociais como sinônimo de prosperidade com o jogo. Já os agentes de plataformas eram os responsáveis pela contratação dos influenciadores digitais, além de realizarem festas de lançamento de plataformas.

Reprodução/Instagram

Reprodução/Instagram

Reprodução/Instagram

 

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