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Em meio a disputa com o governo, Lira diz que orçamento “é de todos”

Presidente da Câmara dos Deputados, Lira argumentou a favor de intervenções do Congresso no orçamento do país

by hora1rondonia
6 de fevereiro de 2024
in Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

“O orçamento é de todos e todas, brasileiros e brasileiras. Não é nem pode ser de autoria do Executivo, muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do preparo – não discuto –, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós, senadores e deputados”, alegou.

imagem colorida mostra Rodrigo Pacheco, Rui Costa e Arthur Lira no Congresso Nacional - Metrópoles
Lira atribuiu aos parlamentares representar “a voz” de quem votou neles. “Não admitimos que sejamos criticados por isso. Quanto mais intervenções o Congresso fizer ao orçamento, mais o Brasil será ouvido”, argumentou.

Relação tensa

Executivo e Legislativo travam batalhas desde o início do novo mandato de Lula. Duas questões tensionam a relação neste momento: o corte do presidente às emendas parlamentares e a Medida Provisória (MP) da Reoneração.

Ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA), em janeiro, o chefe do Executivo brecou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão, após o Congresso subir o valor acima do acordado com Lira.

Caberá aos congressistas analisar esse veto e também a MP da Reoneração, editada pela ala econômica do governo, após o Congresso derrubar o veto de Lula à prorrogação da desoneração de pagamentos.

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se posicionou contra a MP, mas o governo articula pela questão e caberá aos parlamentares julgarem a matéria.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o orçamento é dos brasileiros e não deveria ser de autoria do Poder Executivo, encabeçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala ocorreu na solenidade de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional.

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Tags: Arthur LiraCONGRESSO NACIONALGOVERNO LULAORÇAMENTO
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