Nesse contexto, segundo o levantamento, Lula levaria a melhor na disputa do segundo turno com diferença de seis pontos percentuais.
A pesquisa ouviu 2.884 pessoas, entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02012/2022.
Investigação
Nesta semana, o ministro da Justiça, Anderson Torres, encaminhou pedido à Polícia Federal para abertura de investigação sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais no Brasil. Segundo o titular da pasta federal, a iniciativa visa identificar possíveis “conluios e associações”.
Nesse contexto, segundo o levantamento, Lula levaria a melhor na disputa do segundo turno com diferença de seis pontos percentuais.
A pesquisa ouviu 2.884 pessoas, entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02012/2022.
“Nada melhor que o inquérito policial para esclarecer se existe crime ou conluio entre algumas empresas associadas”, destacou o ministro.
O último levantamento divulgado pelo Datafolha antes do primeiro turno mostrava o ex-presidente Lula (PT) com 50% dos votos válidos (poderia variar entre 48% e 52%). Já Bolsonaro aparecia com 36% (poderia variar entre 34% e 38%).
Com 100% das urnas apuradas, o resultado mostrou o ex-presidente com 48,43% dos votos contra 43,20% do atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL).
Rejeição
A pesquisa também mediu o índice de rejeição ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o Datafolha, 40% dos eleitores consideram a atual gestão ruim ou péssima. O número registrado na consulta anterior era de 44%. Os que classificam como ótima ou boa são 37% (antes eram 31%). Enquanto isso, 22% avaliam como regular (24% na última sondagem).
Apesar de subir a aprovação do governo, 51% afirmam não votar no atual presidente de jeito nenhum. Os que dizem o mesmo de Lula são 46%.
O levantamento ainda aponta que 93% dos eleitores estão totalmente decididos sobre o voto para presidente no segundo turno. Outros 7% consideram mudar de opção até o próximo dia 30.