Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.
Ouça:
A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.
Os castigos
Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.
Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.
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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.
Os castigos
Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.
Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.
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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.
Os castigos
Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.
Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.
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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.
Os castigos
Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.
Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.
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Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
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Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
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Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.
Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
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Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.
Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
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Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.
Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.
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Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.
Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.
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