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TORTURA E FOME: Criança gravou ameaças de pai e madrasta para mãe enviar à polícia; ouça

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico

by hora1rondonia
15 de fevereiro de 2026
in Brasil
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Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

Ouça:

 

A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

Os castigos

Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

Ouça:

 

A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

Os castigos

Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

Ouça:

 

A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

Os castigos

Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

Ouça:

 

A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

Os castigos

Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

Os castigos

Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

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Uma fonte próxima à família relatou que a criança com TEA era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

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Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

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Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam rotina de extrema crueldade.

De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

Período de sofrimento

O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

Foragida

Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades em que possui familiares.

 

Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4 por torturar os três filhos ao longo de pelo menos seis anos, contava com a ajuda da companheira, Aline Fonseca de Castilho, também de 40, durante as sucessivas sessões de violência.

Condenados a mais de 6 anos de prisão em regime fechado, os dois agrediam as vítimas física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

Áudios que vieram à tona revelam que as três crianças viviam sob completo terror. Os crimes ocorreram entre outubro de 2015 e julho de 2021.

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A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

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Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

Ao tentarem proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

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De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

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Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de 7 anos e 5 meses de prisão, Aline permanece foragida.

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