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INTERNACIONAL: Presidente se reúne com emir de Dubai

Hora1 Rondônia

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Encontro ocorreu após visita à Expo 2020

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu hoje (13) com o emir de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, que também é primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos.

O encontro ocorreu após visita à Expo 2020 e logo em seguida ao desembarque do presidente em Dubai, por volta das 7h (horário de Brasília). Bolsonaro divulgou um vídeo do encontro em sua conta na rede social Facebook.

De acordo com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente que o acompanha na viagem, o emir recebeu das mãos de Bolsonaro a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul que, segundo o Itamaraty, é a mais alta condecoração brasileira atribuída a cidadãos estrangeiros.

De acordo com a agenda oficial, Bolsonaro deve participar amanhã (14) de fórum com investidores e visita ao pavilhão da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) na Dubai Airshow, evento do setor aeroespacial, além de voltar ao pavilhão do Brasil na Expo 2020.

O evento, que começou em outubro e tem duração de seis meses, é uma das maiores feiras internacionais do mundo, com a presença de delegações oficiais e representantes de empresas e do terceiro setor.

Bolsonaro fica em Dubai até a próxima terça-feira (16), quando seguirá para uma rápida passagem pelo Bahrein e pelo Catar. Integram a comitiva presidencial os ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Relações Exteriores, Carlos França, entre outras autoridades.

 

 

FONTE: Agência Brasil

Edição: Graça Adjuto

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Desastre com ônibus na Bulgária mata 45 pessoas

Hora1 Rondônia

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Veículo ia de Istambul, na Turquia, para a Macedônia do Norte

Pelo menos 45 pessoas, entre as quais cinco crianças, morreram, na última madrugada de hoje (23), num acidente com um ônibus perto de Bosnek, localidade búlgara a cerca de 40 quilômetros ao sul de Sófia, capital do país.

Sete dos passageiros do veículo, duas mulheres e cinco homens, foram transportados para um hospital. A causa do desastre está sendo apurada.

O veículo, que se incendiou, transportava pessoas da Macedônia do Norte e da Albânia, incluindo pelo menos 12 crianças. Ele partiu de Istambul, na Turquia, e ia para Skopje, na Macedônia do Norte.

No início da manhã, as nacionalidades das vítimas ainda estavam sendo apuradas pela polícia búlgara.

Recentemente, a estrada havia sido alvo de obras financiadas por fundos comunitários. A Bulgária é um estado-membro da União Europeia desde 2007.

O último desastre rodoviário grave em território búlgaro aconteceu em agosto de 2018, quando um acidente matou 17 turistas. Esse veículo regressava para Sófia após uma viagem a um mosteiro numa região montanhosa ao norte da capital.

A Bulgária, país de 6,9 milhões de habitantes, registrou, em 2019, 628 mortes nas estradas. Em 2020, morreram 463 pessoas em acidentes rodoviários.

O mau estado generalizado das estradas está na base de grande parte dos acidentes, cujo número está entre os mais elevados da União Europeia. Aliam-se a este problema uma frota envelhecida e o excesso de velocidade.

 

 

FONTE: Agência Brasil

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Mundo

IMAGENS FORTES: Nova rebelião em presídio do Equador deixa 68 mortos e 25 feridos

Hora1 Rondônia

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O Complexo Penitenciário do Litoral, na cidade de Guayaquil, é o mesmo local onde, em setembro, uma outra rebelião deixou 119 mortos.

GUAYAQUIL, Equador — Autoridades prisionais do Equador afirmaram que 68 pessoas morreram e 25 ficaram feridas em um confronto entre grupos criminosos rivais no Complexo Penitenciário do Litoral, na cidade de Guayaquil, mesmo local onde, em setembro, uma outra rebelião deixou 119 mortos. O novo episódio de violência ocorre mesmo com todo o sistema prisional equatoriano sob estado de exceção, decretado pelo presidente Guillermo Lasso no mês passado.

— O contexto aqui é que não havia mais líderes da gangue que controla esta ala do presídio, porque o último desses líderes foi liberado há alguns dias — afirmou, em entrevista coletiva, Pablo Arosemena, governador da província de Guayas, onde fica Guayaquil. — Outros pavilhões, com outros grupos rivais, quiseram dominá-los, entrar no local, e aí tivemos esse massacre total.

Segundo Arosemena, os grupos criminosos são ligados ao tráfico de drogas — autoridades locais e especialistas afirmam que elas possuem laços com cartéis de narcotraficantes do México, que de forma frequente levam suas disputas para os territórios de outros países, como o Equador, que servem de ponto de transporte de drogas para os EUA e Europa.

A comandante-geral da polícia, Tannya Varela, afirmou que a rebelião começou na tarde de sexta-feira, com os primeiros relatos de violência e os sons de explosões. As forças de segurança chegaram a entrar no pavilhão, onde estão 700 detentos, mas tiveram que recuar pelo que ela descreveu como “condições adversas”. Alguns dos amotinados carregavam armas e explosivos, e não pareciam intimidados pelas bombas de gás lacrimogêneo.

— Não eram as condições para uma intervenção, então buscamos outras estratégias — afirmou Varela, citada pelo El País, no início da tarde. — Às 2h20 da manhã [4h20 em Brasília], a polícia tomou a decisão de entrar, até as 7 da manhã, e permanece ali dentro. É possível que novas ações sejam tomadas.

O governador descreveu a situação como “selvageria” e “ausência de humanidade”. Imagens que circularam em redes sociais ao longo do dia mostraram detentos implorando para que a violência fosse interrompida, além dos sons de tiros e explosões, também ouvidos por moradores de bairros próximos.

Parentes de pessoas presas em Guayaquil aguardam notícias do lado de fora da prisão, em 13 de novembro de 2021 — Foto: Fernando Mendez / AFP

No começo da noite, o governo equatoriano afirmou que a situação voltou a a ficar tensa no presídio, com registros de novos confrontos.

— O governo nacional precisa informar: neste momento estão ocorrendo incidentes no interior da Penitenciária do Litoral, estão ocorrendo ataque de um pavilhão contra o outro — declarou, em coletiva de imprensa, o porta-voz da Presidência, Carlos Jijón. Ele revelou ainda que o presidente, Guillermo Lasso, está liderando um comitê de crise em Guayaquil, e convicou “setores da sociedade civil para começar a organizar um diálogo para tentar impedir a barbárie que está em curso.”

Militares observam parentes dos detentos do lado de fora do Complexo Prisional do Litoral, em Guayaquil, no Equador Foto: VICENTE GAIBOR DEL PINO / REUTERS

Calamidade

A nova rebelião ocorre pouco mais de um mês depois de um dos maiores massacres penitenciários da história da América Latina, quando 119 pessoas foram mortas, algumas delas decapitadas, no mesmo complexo prisional. O episódio teve mais vítimas do que o massacre do presídio do Carandiru, em São Paulo, quando 111 presos foram mortos em uma ação da polícia em 1992.

No incidente, gangues rivais disputavam o controle do pavilhão cinco do presídio de Guayas 1, usando facas, pedaços de pau, armas de fogo, granadas e até escopetas — imagens divulgadas em redes sociais mostraram alguns detentos portando armas de grosso calibre enquanto caminhavam pelos telhados e faziam disparos.

Em resposta, Guillermo Lasso declarou estado de exceção no sistema carcerário por 60 dias, “motivado por grave comoção interna”. O decreto autoriza a suspensão dos direitos civis dos detentos e o uso de força policial.

— É lamentável que os presídios estejam se transformando em território de disputa de poder [entre gangues criminosas] — declarou Lasso, em entrevista coletiva em Guayaquil, um dia depois do massacre. — [Estamos tomando ações para] retomar o controle da Penitenciária do Litoral e evitar que esses eventos se repitam.

Mas, como se viu não apenas na madrugada deste sábado, mas também em outros incidentes desde o massacre do final de setembro, a medida não foi suficiente para enfrentar o estado de calamidade do sistema prisional equatoriano. Hoje o número de detentos é 30% maior do que a oferta de vagas, e as prisões são conhecidas pela falta de guardas, corrupção e violência relacionada às gangues. Desde janeiro, são mais de 300 detentos mortos.

No caso do Complexo Penitenciário do Litoral, em Guayaquil, o local reúne um terço dos 39 mil presidiários do país, que são vigiados por 1.500 guardas (3 mil a menos do que o necessário, segundo especialistas).

— Na América Latina, infelizmente, nos tornamos o país com o maior massacre carcerário nos últimos anos, acima do Brasil e a Venezuela — disse à AFP o equatoriano Freddy Rivera, especialista em segurança e tráfico de drogas, em outubro.

Há cerca de um mês, Lasso ampliou o estado de exceção para todo o país, com o objetivo de conter a escalada de violência, em boa parte também relacionada ao tráfico de drogas. Apesar de ter sido inicialmente bem recebida pela população, especialistas apontam que pode ter sido uma manobra para conter o crescente descontentamento social e político com o seu governo.

Via O Globo e agências internacionais

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Mundo

Presidentes do G20 apoiam taxação global de 15% para grandes empresas

Hora1 Rondônia

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Mundo – Os líderes das 20 maiores economias do mundo aprovaram neste sábado (30) a criação de um imposto global único de 15% para as grandes empresas. A medida pretende reformular as regras internacionais de tributação, com o desestímulo à evasão de recursos para paraísos fiscais. O acordo foi formalizado hoje (31) no comunicado final da reunião do G20, que ocorre em Roma neste fim de semana.

(Roma – Itália, 30/10/2021) Fotografia Oficial com os Chefes de Delegação do G20.
Foto: Alan Santos/PR

A taxação de 15% havia sido aprovada pelos ministros de Finanças do G20 em julho, após 136 países, entre os quais o Brasil, assinarem um acordo mediado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A formalização do documento pelas 20 maiores economias do planeta era esperada na reunião de cúpula na capital italiana.

Pelo acordo, a partir de 2023, todos os países tributarão os lucros internacionais das empresas em pelo menos 15%. Os países que continuarem a aplicar impostos mais baixos serão retaliados. Segundo a OCDE, cerca de US$ 150 bilhões devem ser arrecadados por ano em todo o planeta de empresas que promovem a evasão fiscal e deixam de investir e gerar empregos.

Atualmente, multinacionais que apuram grandes lucros em áreas como licenciamento de marcas e propriedade intelectual transferem os recursos para subsidiárias em paraísos fiscais, onde pagam pouco ou nenhum imposto. Cada país terá de ratificar individualmente o novo acordo.

Originalmente, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, defendia a fixação de uma alíquota global de 21%. Após a resistência de alguns países industrializados que cobram impostos em torno de 10%, os países concordaram em instituir o imposto global em 15%.

Apesar de não conseguir adotar a alíquota planejada, Biden comemorou a medida. “Aqui no G20, os líderes que representam 80% do PIB [Produto Interno Bruto] do planeta – aliados e concorrentes do mesmo lado – tornaram claro o apoio para um imposto mínimo global forte”, postou o presidente norte-americano na rede social Twitter.

O primeiro-ministro italiano Mario Draghi, que ocupa a presidência rotativa do G20, classificou a medida como um acordo histórico para um sistema tributário mais justo e equitativo.

 

 

FONTE: Agência Brasil

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