A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu, na manhã desta quinta-feira (15), a um gravíssimo acidente de trânsito que resultou na morte de duas mulheres no km 686 da BR-070, na região do município de Cáceres, a cerca de 217 quilômetros de Cuiabá, no estado de Mato Grosso. As vítimas foram identificadas como Hilda Isabela Bianchini, de 25 anos, e sua mãe, Cleusi Terezinha Michalczuk Bianchini, de 59 anos, ambas naturais de Nova Brasilândia d’Oeste, em Rondônia.
Conforme informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a colisão ocorreu por volta das 8h18. Mãe e filha viajavam em um Toyota Corolla Cross, que seguia no sentido Cuiabá–Cáceres, sendo o veículo conduzido por Cleusi. Em determinado trecho da rodovia, o automóvel colidiu frontalmente com um caminhão DAF/CF FTT 530, que trafegava no sentido oposto.
Com a força do impacto, o carro de passeio ficou completamente destruído. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram o trabalho de desencarceramento das vítimas, porém, apesar dos esforços das equipes de resgate, mãe e filha não resistiram à gravidade dos ferimentos e tiveram os óbitos constatados ainda no local do acidente.
Hilda Isabela era estudante de Medicina, cursava o 11º semestre na IDOMED/FAPAN, em Cáceres, onde realizava o período de internato médico. A notícia da morte da jovem e de sua mãe causou grande comoção entre colegas de curso, professores, amigos e profissionais da área da saúde, que utilizaram as redes sociais para prestar homenagens e mensagens de pesar.
Durante o atendimento da ocorrência, equipes da PRF e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do acidente. O tráfego na região da Serra do Mangaval precisou ser controlado, principalmente devido ao derramamento de óleo na pista, o que exigiu cuidados extras para evitar novos acidentes.
Após os trabalhos periciais, os corpos de Hilda Isabela e Cleusi Terezinha foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Cáceres, onde passariam por exames de necropsia. As causas e a dinâmica da colisão frontal seguem sob investigação pelas autoridades competentes.