A mobilização de aproximadamente 2.500 policiais militares deve reforçar a segurança durante as eleições de 2026 em Rondônia. A operação envolve uma força-tarefa com a Justiça Eleitoral e diferentes órgãos de segurança pública, com atuação prevista em todos os municípios do estado, inclusive em comunidades e regiões de difícil acesso.
O planejamento da Polícia Militar tem como objetivo garantir a tranquilidade dos eleitores, proteger os locais de votação, realizar a escolta e a segurança das urnas eletrônicas e dar suporte às atividades da Justiça Eleitoral. A operação é coordenada de forma integrada, por meio da Coordenação de Segurança das Eleições (COSE), com a participação do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO).
Mesmo com o reforço especial para o período eleitoral, o policiamento ostensivo de rotina continuará funcionando normalmente. As equipes responsáveis pelo atendimento das ocorrências do dia a dia permanecerão nas ruas, enquanto parte do efetivo será direcionada às atividades relacionadas às eleições.
A operação também prevê o emprego de policiais em serviço extraordinário, além do apoio de unidades especializadas e tropas de pronto emprego, que poderão ser mobilizadas conforme a necessidade e as determinações da Justiça Eleitoral.
Entre as ocorrências que exigem atenção estão a compra de votos, a boca de urna, a propaganda eleitoral irregular, o transporte ilegal de eleitores, a distribuição de santinhos nas proximidades dos locais de votação e outras práticas que possam comprometer a lisura do pleito. A Polícia Militar também estará preparada para agir em situações de tumulto, desordem e qualquer ameaça à segurança dos eleitores.
Em casos de emergência ou necessidade de atendimento policial imediato, a população pode acionar o telefone 190. Já as denúncias específicas de irregularidades eleitorais podem ser feitas pelo Disque-Eleição 148, disponibilizado pelo TRE-RO, gratuitamente, pelo número 0800 148 0148.
Para facilitar a apuração, a orientação é que as denúncias contenham o máximo possível de informações, como local, horário, descrição dos fatos e identificação dos envolvidos. Imagens, vídeos, gravações de áudio e outros registros também podem contribuir com as investigações.
Além da Polícia Militar, a força-tarefa conta com a participação das polícias Civil, Federal e Rodoviária Federal, além da Justiça Eleitoral. O efetivo poderá ser redistribuído ou ampliado conforme as demandas operacionais, as informações dos setores de inteligência e as ocorrências registradas durante o processo eleitoral.
*Com informações do Rondôniagora




