Moradores e comerciantes da Rua Angico, localizada no bairro Cohab, zona Sul de Porto Velho, denunciam uma situação que tem causado transtornos diários à população: um esgoto a céu aberto que atravessa parte da via pública, provocando forte mau cheiro, risco à saúde e dificuldades para pedestres e motoristas que circulam pela região.
De acordo com relatos da comunidade, o problema já existe há bastante tempo, porém se agravou recentemente. As imagens registradas no local mostram grande quantidade de água contaminada acumulada sobre o asfalto, formando poças extensas e deixando a rua escorregadia e praticamente intransitável em alguns trechos.
Mau cheiro e riscos à saúde
Segundo os moradores, o odor é constante e se intensifica principalmente nos períodos mais quentes do dia. Além do desconforto, há preocupação com possíveis doenças, já que o esgoto permanece exposto, atraindo insetos e aumentando o risco de contaminação.
Pedestres relatam dificuldades para atravessar a via sem entrar em contato com a água suja. Comerciantes da região também afirmam que o problema tem afastado clientes e prejudicado diretamente o funcionamento dos estabelecimentos.
“A gente convive com esse esgoto há muito tempo. Agora piorou, tomou conta da rua inteira e ninguém aparece para resolver”, relatou um morador indignado.
Falta de fiscalização
A principal reclamação da população é a ausência de fiscalização e de medidas efetivas por parte da Prefeitura de Porto Velho. Os moradores cobram uma ação urgente dos órgãos responsáveis para identificar a origem do despejo irregular.
A suspeita é de que o esgoto possa estar vindo de ligações clandestinas ou de algum sistema de drenagem comprometido, situação que exigiria vistoria técnica e intervenção imediata.
Pedido de providências
Diante da situação, os moradores solicitam que equipes competentes realizem inspeção no local para descobrir de onde o esgoto está sendo despejado e executar obras de reparo definitivo, evitando que o problema continue se repetindo.
Enquanto nenhuma solução é apresentada, a comunidade segue convivendo com o mau cheiro, a insegurança sanitária e os prejuízos causados pela falta de infraestrutura adequada.
A reportagem aguarda posicionamento oficial dos órgãos responsáveis sobre as medidas que serão adotadas para resolver o problema na região.





