• Latest
  • Trending

Líder do governo diz que não há “razão” para devolver MP da reoneração

8 de janeiro de 2024

Investimento histórico: deputada federal Cristiane Lopes fortalece cafeicultura de Rondônia

9 de janeiro de 2026

Tragédia devastadora: jovem grávida de gêmeas morre após passar mal e perde as duas filhas em Curitiba

9 de janeiro de 2026

Homem é executado a tiros enquanto pilotava motocicleta no interior de Rondônia

9 de janeiro de 2026

MANUTENÇÃO DOS ESTOQUES: Responsabilidade social: servidores se unem em ação solidária de doação de sangue, em Porto Velho

9 de janeiro de 2026

Rondônia lidera Região Norte no acompanhamento da frequência escolar e se destaca no ranking nacional em 2025

9 de janeiro de 2026

Governo de RO amplia investimentos, consolida modernização de serviços e reforça segurança no trânsito

9 de janeiro de 2026

Campanha reforça importância do cuidado emocional e da saúde mental

9 de janeiro de 2026

Tecnologia simplifica pagamento do IPTU para contribuintes de Porto Velho

9 de janeiro de 2026

URGENTE: Homem é vítima de tentativa de homicídio no bairro Lagoinha, em Porto Velho

9 de janeiro de 2026

Adolescente é apreendido e dois homens presos por tráfico de drogas no bairro Teixeirão, em Porto Velho

9 de janeiro de 2026

RECONHECIMENTO: Prefeito Léo Moraes é o mais bem avaliado entre gestores das capitais brasileiras, aponta pesquisa

8 de janeiro de 2026

2025: O ano em que Porto Velho voltou a se reconhecer no espelho

8 de janeiro de 2026
10 de janeiro de 2026
  • Login
  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato
No Result
View All Result
Hora1Rondônia
No Result
View All Result

Líder do governo diz que não há “razão” para devolver MP da reoneração

Senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, disse que não são atendidos requisitos para devolução da medida provisória (MP)

by hora1rondonia
8 de janeiro de 2024
in Política
A A
0
Compartilhar essa notícia:

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), disse nesta segunda-feira (8/1) que não há “razão e justificativa” para que os parlamentares devolvam a medida provisória (MP) da reoneração da folha de pagamentos.

“A figura de devolução de medida provisória é uma figura extraordinária. Para uma medida provisória ser devolvida — só ocorreram cinco (vezes) em nossa história republicana desde 1988 — precisa ela ofender a Constituição, não cumprir os requisitos de relevância e não cumprir os requisitos de urgência”, disse Randolfe a jornalistas.

Enviada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no apagar das luzes de 2023, a medida revoga a extensão da desoneração da folha até 2027 e institui uma reoneração gradual dos 17 setores da economia hoje contemplados pelo benefício.

O senador disse ainda que esteve em reunião com Haddad nesta segunda e o ministro está “totalmente à disposição para conversar, para negociar, para encontrar mediações”. E completou:

“Não há razão e justificativa para uma medida de força de devolução”.

A medida provisória enfrenta forte resistência entre congressistas. Entre lideranças, há quem defenda que o Congresso deve devolver o texto ao Palácio do Planalto, sem sequer ser votado pelos parlamentares. Caso não haja devolução da medida, parlamentares defendem sua rejeição.

Aproveitando o retorno de senadores para o ato alusivo ao primeiro ano do 8 de Janeiro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocou uma reunião de líderes presencial na terça-feira (9/1), às 10h, em Brasília.

“Estou confiante de que não ocorrerá devolução. Amanhã vamos, com espírito aberto, para dialogar na reunião com o presidente Pacheco”, prosseguiu o senador Randolfe. “A medida provisória cumpre os pré-requisitos de relevância e de urgência e ela é constitucional. Então, as razões técnicas para devolução não assistem.”

A MP é alternativa proposta pela equipe de Haddad para substituir a desoneração da folha, que havia sido estendida por lei até 2027. O governo alega que a desoneração é inconstitucional, porque atentaria contra a emenda constitucional da Reforma da Previdência, além de só abarcar cidades com até 142 mil habitantes, o que feriria a isonomia federativa.

A medida proposta pela equipe econômica é também uma forma de evitar que o tema seja judicializado, como queria inicialmente o governo.

Há um cálculo de que prorrogar a desoneração custaria R$ 16 bilhões aos cofres públicos, atrapalhando a meta da Fazenda de atingir déficit fiscal zero em 2024.

Entenda a MP do governo sobre a reoneração da folha de pagamento

A desoneração começou a ser implementada no primeiro governo de Dilma Rousseff (PT), em 2011, para aliviar encargos tributários e estimular a geração de empregos. Desde então, passou por sucessivas prorrogações.

Na prática, a desoneração representa uma redução nos encargos trabalhistas pagos pelas empresas de alguns setores. No padrão normal, sem a desoneração, essas companhias pagariam 20% na contribuição previdenciária, como é conhecida a folha de salários. Com a regra diferenciada, passaram a pagar alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta.

Na MP editada, o governo mudou a lógica. Em vez de divisão por setores, optou por uma divisão das empresas em dois grupos, considerando a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Ficou previsto que vale a atividade principal (isto é, aquela de maior receita auferida ou esperada) de cada negócio, com base no ano-calendário anterior.

Haverá um escalonamento das alíquotas pagas sobre a folha de salários entre os anos de 2024 e 2027, com percentuais que variam de 10% a 17,5% ou de 15% a 18,75%, conforme o grupo.

Segundo o texto, as alíquotas reduzidas previstas só serão aplicadas sobre o salário de contribuição do segurado até o valor de um salário mínimo (de R$ 1.412). Sobre o valor que ultrapassar esse limite, serão aplicadas as alíquotas vigentes na legislação. A medida começa a valer em 1º de abril. Até lá, a desoneração dos 17 setores da economia continua valendo.

FONTE: METRÓPOLES

Comente!
Compartilhar essa notícia:
Tags: destaqueGOVERNOLÍDERRANDOLFESENADOR
Previous Post

Lula indica a auxiliares que escolherá Lewandowski para Justiça

Next Post

AO VIVO: Lula se pronuncia sobre o ato 8 de janeiro

MAIS NOTÍCIAS

Política

Investimento histórico: deputada federal Cristiane Lopes fortalece cafeicultura de Rondônia

9 de janeiro de 2026
Política

RECONHECIMENTO: Prefeito Léo Moraes é o mais bem avaliado entre gestores das capitais brasileiras, aponta pesquisa

8 de janeiro de 2026
Política

2025: O ano em que Porto Velho voltou a se reconhecer no espelho

8 de janeiro de 2026
Política

Cristiane Lopes faz balanço de 2025, organiza pautas estratégicas e projeta novas entregas para 2026

8 de janeiro de 2026
Next Post

AO VIVO: Lula se pronuncia sobre o ato 8 de janeiro

Notícias mais lidas!

  • Homem lambe a faca suja de sangue após matar jovem na zona leste de Porto Velho

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Mulher que espancou jovem na frente de criança recebe surpresa dolorosa do próprio marido

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • AGORA: Facção criminosa declara guerra contra forças de segurança em Rondônia após morte de sete integrantes

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
Hora1Rondônia

TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS AO HORA1RONDONIA© 2019 - 2026 JORNAL ELETRONICO P. B. B. R. FELIX MARKETING E COMUNICAÇÃO

NAVEGAÇÃO DO SITE

  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato

REDES SOCIAS

No Result
View All Result
  • Geral
  • Brasil
  • Polícia
  • Política
  • Interior
  • Justiça
  • Esporte
  • Mundo
  • Concursos
  • Agrotec 2025
  • Contato

TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS AO HORA1RONDONIA© 2019 - 2026 JORNAL ELETRONICO P. B. B. R. FELIX MARKETING E COMUNICAÇÃO

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a consentir a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.