“Isso se deve ao fato de que esses veículos de mídia constantemente ‘reportam’ notícias falsas! Veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou reportar ficção e mentiras constantemente quando cobrem o Presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América. Outros veículos de mídia que divulgam notícias falsas serão banidos em breve”, concluiu.
De acordo com a NBC News, Trump respondeu a um repórter no Salão Oval logo após anunciar a proibição, que a nova política era resultado de “uma série de notícias dos últimos anos”, sem especificar nenhuma reportagem em particular.
A Primeira Emenda garante a liberdade de imprensa e é provável que esses veículos contestem qualquer proibição na Justiça.
A CNN informou que segue na Casa Branca e criticou o anúncio de Trump. “A CNN apoia integralmente nossa equipe da Casa Branca e sua cobertura jornalística justa e precisa. Temos o direito, garantido pela Constituição dos EUA, de fazer essa reportagem sem impedimentos ou interferências do governo. Caso a proibição ameaçada pelo presidente Trump seja implementada, será um ataque ilegal a esse direito fundamental e constitucionalmente protegido.”
Até o momento, o Politico e a MS Now não emitiram resposta oficial pública.
Essa não é a primeira vez que Trump proíbe a imprensa de entrar na Casa Branca. Pouco depois de assumir o segundo mandato, em fevereiro de 2025, ele proibiu a Associated Press (AP) de entrar no Salão Oval, no avião presidencial Air Force One e em outros eventos, após a agência se recusar a reconhecer que ele tinha mudado o nome do “Golfo do México” para “Golfo da América”.