Por muito tempo, Porto Velho conviveu com um sentimento silencioso de distanciamento entre a cidade e seus moradores. Em 2025, esse ciclo começou a ser rompido. O ano que terminou ficará marcado como o período do resgate do amor pela capital, do reencontro com o pertencimento, da reconstrução da autoestima coletiva e da ativação da memória afetiva de quem vive, trabalha e cria raízes aqui.
Não foi um movimento espontâneo nem ocasional. Houve estratégia. Houve decisão política. Houve comunicação com método, estratégia. A cidade voltou a se ver nas ruas, nas praças, nos eventos, nas obras e, sobretudo, na narrativa construída de forma contínua: Porto Velho tem história, tem identidade e tem futuro.
O resgate histórico ganhou forma concreta. O portovelhense voltou a celebrar sua origem, seus símbolos e suas referências. O bolo que reuniu famílias, a locomotiva que reconectou gerações à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, os grandes eventos públicos que devolveram o espaço urbano às pessoas. Cada ação teve um papel claro: reacender vínculos emocionais adormecidos e reafirmar que Porto Velho pertence a quem vive nela.
Esse reposicionamento simbólico caminhou lado a lado com entregas objetivas. Obras estruturantes saíram do papel. O hospital municipal deixou de ser promessa para se tornar realidade institucional. O asfalto avançou, a drenagem começou a corrigir problemas históricos, a limpeza urbana passou a ser tratada como política permanente, não como ação emergencial. Projetos destravados, prêmios recebidos, reconhecimento externo e uma cidade novamente visível no cenário nacional. Inclusive, pesquisas de opinião indicam aprovação de 75% do Prefeito Léo Moraes, que é quem tem cuidado da cidade.
Nada disso aconteceu por acaso. Foi resultado de uma estratégia de comunicação pública que assumiu protagonismo, colocou a cidade no centro do discurso e alinhou ação, narrativa e entrega. A comunicação passou a ser instrumento de gestão, de mobilização social e de reconstrução da confiança entre governo e população.
Muito mais será feito
Agora, Porto Velho virou a página. O ano de 2026 inicia com o orçamento pleno de uma nova gestão, com mais responsabilidade fiscal, compromissos maiores e projetos ainda mais robustos. Estão no horizonte grandes obras de infraestrutura, novos investimentos em saúde, ampliação do programa de pavimentação, avanços em drenagem urbana, mobilidade, ação e inclusão social, requalificação de espaços públicos e políticas estruturantes que exigem planejamento, execução e transparência.
O tom muda. Se 2025 foi o ano do resgate, 2026 será o ano da consolidação. Menos discurso simbólico, mais entrega estruturada. Menos reconstrução emocional, mais transformação concreta da cidade.
Nesse contexto, o prefeito Léo Moraes segue nas telas digitais e dos veículos de comunicação. Não por ansiedade política, mas no tempo certo. Para dizer, com clareza, o que a população pode esperar dele em 2026. Para alinhar expectativas, reafirmar compromissos e assumir publicamente a dimensão dos desafios que vêm pela frente.
Porto Velho voltou a se olhar com orgulho. Agora, entra em uma nova fase: a de provar que esse reencontro com a cidade não foi apenas um momento, mas o início de um novo ciclo de desenvolvimento, identidade e responsabilidade pública.