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Rondônia foi o 2º Estado com a maior taxa de vítimas de estupro em 2020, diz estudo feito pela Unicef

Hora1 Rondônia

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Entre essas vítimas de estupro, 86% são do sexo feminino e 14% do sexo masculino

Mais de 179,2 mil casos de estupro ou estupro de vulnerável contra crianças e adolescentes de até 19 anos foram registrados no país entre 2017 e 2020. Na prática, isso equivale a uma média de 122 casos por dia.

Os números são do “Panorama da violência letal e sexual contra crianças e adolescentes no Brasil” (leia a íntegra abaixo), publicado nesta sexta-feira (22/10) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo FBSP. A entidade solicitou a cada um dos estados os dados referentes a mortes violentas intencionais, estupros e estupros de vulneráveis.

Em 2020, ano marcado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), houve uma pequena queda no número de registros de violência sexual, segundo o relatório. Os autores do estudo, no entanto, veem um aumento da subnotificação nos registros policiais.

“Analisando mês a mês, observamos que, em relação aos padrões históricos, a queda se deve basicamente ao baixo número de registros entre março e maio de 2020 – justamente o período em que as medidas de isolamento social estavam mais fortes no Brasil. Esta queda provavelmente representa um aumento da subnotificação, não de fato uma redução nas ocorrências”, aponta o panorama.

Em 2020, os cinco estados que apresentaram as piores taxas de vítimas de estupro por 100 mil habitantes foram Mato Grosso do Sul (186,0), Rondônia (146,2), Paraná (139,7), Mato Grosso (136,5) e Santa Catarina (135,2).

PERFIL DAS VÍTIMAS

Entre essas vítimas de estupro, 86% são do sexo feminino e 14% do sexo masculino. Além disso, cerca de 55% são brancas; 44%, negras e; 0,6%, de outras raça/cor.

O estudo aponta que nos casos em que as vítimas são adolescentes de 15 anos ou mais, as meninas representaram mais de 90% dos casos. “A maioria dos casos de violência sexual ocorre na residência da vítima e, para os casos em que há informações sobre a autoria dos crimes, 86% dos autores eram conhecidos das vítimas”, completa.

Fonte: Folha do Sul

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COMO PODE?: Antes do show do Gustavo Lima em Porto Velho está liberado o covid19, depois você se preocupa

Hora1 Rondônia

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A prefeitura de Porto Velho ainda está revendo a situação de um possível cancelamento das festas de réveillon e o carnaval de 2022, devido ao aumento de casos de uma nova variante do coronavírus a “ômicron”. A superintendência de comunicação confirmou que a inauguração da decoração de Natal da cidade no complexo da praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, acontecerá no próximo dia 05, sendo obrigatório o uso de mascaras.

No entanto, no próximo dia 03 acontecerá um show nacional no Estádio Aluísio Ferreira em Porto Velho, onde não se ouviu falar com relação as normas de segurança, sobre a aglomeração e uso de máscaras. Será que o vírus só vai aparecer depois desse show? Por que nossas autoridades não se pronunciaram com relação ao evento? Pois até onde sabemos, o Campeonato Rondoniense de futebol foi suspenso por conta das aglomerações de torcedores no estádio, claro, que temos que seguir com as normas do decreto, mas por que não impedir o show do cantor Gustavo Lima que acontecerá no mesmo estádio?

Após o fim do show quem sabe deve surgir novos casos de coronavírus, para lotar os hospitais de campanha e depois nossas autoridades podem aparecer para dá justificativas e dizer que as pessoas, não estão tomando os cuidados devidos, não usando máscaras, não mantendo o distanciamento social e outros fatores que foram fundamentais para que os contaminados pudessem ter contraído a doença. Como sempre nossos governantes municipais não então nem um pouco se importando com a saúde do povo.

Até quando temos que nos manter calados, com tamanho descaso por parte de nossos políticos com a saúde do povo? Por que o Hospital João Paulo II, continua como se nada tivesse acontecido, com superlotação, pacientes jogados no chão, salas criadas para atender pessoas infectadas pelo Covi19 e nosso secretário de saúde do estado, Fernando Máximos, diz que está tudo bem, que nada está faltando, mas não é o que parece ser, basta está na porta da frente de emergência para ver os pacientes jogados no chão por falta de macas.

Não esquecendo que os profissionais da saúde e ex funcionários emergências que trabalharam por toda pandemia foram mandados embora, por que estava tendo muitos gatos, sendo que nem se quer nossos governantes tiveram a preocupação que esse vírus pudesse voltar a fazer novas vítimas e assim mais uma vez causar pânicos nas pessoas. Vamos aguardar um parecer das nossas autoridades depois do show do cantor Nacional Gustavo Lima e sobre as festividades de final de ano.

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Empresas na capital vendiam supostos medicamentos contra covid-19 de forma ilegal

Hora1 Rondônia

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Na manhã desta terça-feira (30), uma ação de fiscalização realizada por equipes da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor, em conjunto com as Vigilâncias Sanitárias Municipal e Estadual, resultou na autuação de duas empresas que vendiam medicamentos para pacientes infectados com a COVID-19, de forma ilegal.

De acordo com a Polícia Civil, após uma denúncia feita pela Anvisa, informando que duas empresas, que tem como proprietário a mesma pessoa, estava comercializando o produto falsificado, chamado Inmunoglobulina G Endovenosa Biotest- IgIV, usados para tratar pacientes com Síndrome de Guillain-Barré, HIV e Covid-19 e outras doenças.

Este medicamento vem sendo no combate ao Coronavírus, em pacientes com sintomas graves, segundo a Polícia.

Nesta manhã, a Polícia Civil, juntamente com os técnicos da vigilância sanitária municipal e estadual, estivera nas duas empresas denunciadas, na intenção de localizar o medicamento, mas não encontraram.

Durante a fiscalização, foram encontradas notas fiscais comprovando que o medicamento foi vendido na empresa.

A Vigilância Sanitária Municipal autuou as duas empresas por não possuírem alvará de funcionamento e por não ter autorização para vender produtos especiais.

Segundo a delegada, Noelle Caroline Leite, as investigações vão continuar. “Nós vamos continuar atuando na capital, e caso necessário, no interior do Estado, visando localizar novos lotes desse medicamento”, disse.

A delegada orienta que os consumidores que utilizem remédios apenas com receitas médicas, e compradas em empresas com mais tempo no mercado, desconfiem de preços muito abaixo do preço de mercado. “Os valores desse medicamento variam entre R$ 2.800 e R$ 4 mil. A empresa investigada vendia o produto por apenas R$ 100″, alertou Noelle Caroline Leite.

As denúncias podem ser encaminhadas para a Polícia Civil através do 197 da Polícia Civil ou 151 Procon.

 

FONTE: RONDONIAGORA

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COLUNA SIMPI: Câmara aprova criação de MEI Caminhoneiro

Hora1 Rondônia

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A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que inclui os caminhoneiros no modelo de Microempreendedor Individual (MEI). Chamado de “MEI Caminhoneiro”, a proposta muda a forma de tributação da categoria. Com a aprovação dos deputados, a matéria retorna para análise dos senadores.  No enquadramento como MEI, há a possibilidade de pagamento de carga tributária reduzida, por meio de um sistema de recolhimento único, o Documento de Arrecadação Simplificada (DAS), de valor fixo, inferior às alíquotas do Simples, que incidem sobre a receita bruta e são progressivas conforme a faixa de faturamento. Os trabalhadores também têm acesso a financiamento, benefícios previdenciários e a emissão de nota fiscal.

O texto tem um limite de enquadramento diferenciado para os caminhoneiros. Atualmente, Com a proposta, esse limite sobe para R$ 251,6 mil anuais. A matéria prevê que a alíquota de pagamento para a Previdência Social seja de 12% sobre o salário mínimo. “A alíquota de 12% é menor do que a alíquota normal de 20%, mas é compensada, em parte, pela ausência do direito à aposentadoria por tempo de contribuição, mantendo-se os demais benefícios previdenciários 

Dependentes do MEI têm direitos a INSS e muita gente não sabe 

Aqueles que decidem empreender e formalizar seu negócio através do regime MEI e contribuem com a Previdência Social, está garantido o acesso à vários benefícios oferecidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Logo, as vantagens de ser um Microempreendedor Individual pode ainda beneficiar outras pessoas quando é oficializado o cadastro do empreendedor. Vale ressaltar então os benefícios do INSS que o dependente do MEI tem direito e quais são os critérios estabelecidos pelo INSS para consegui-los. Os Cônjuge ou companheiro,  os filhos com menos de 21 anos de idade ou inválido de qualquer idade; os pais e Irmão com menos de 21 anos de idade ou inválido de qualquer idade.  Aos dependentes estão garantidos o auxílio reclusão e a pensão por morte.

Fórum global que discute a nova economia mundial terá representante das micro e pequenas indústrias brasileiras 

Pela primeira vez as micro e pequenas indústrias (MPI’s) brasileiras serão representadas no The Global New Economy Forum, um encontro que reunirá vários países para discutir sobre a nova economia mundial no pós-covid-19. O evento, que aconteceu em Manaus (AM), teve a participação do presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (SIMPI), Joseph Couri, no painel “Globalização e Acesso para as Empresas a Mercados Internacionais”, ocasião que citou o programa Curupira de Rondônia  como modelo de projeto econômico, sustentável, socialmente  justo e ecologicamente  perfeito, pois tem por objetivo recriar a floresta amazônica. .Além do presidente do SIMPI, o painel, contou com a participação do presidente da Câmara de Comércio e Indústria Belgo-Luxemburguesa-Brasileira, Luis Carlos Szymonowicz, e do vice-presidente da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior Funcex, Miguel Lins. É muito significativo ter as MPI’s representadas no evento, já que 97% do setor industrial no Brasil é composto por estas empresas, o que equivale a 700 mil micro e pequenas indústrias, A proposta do Fórum é promover uma reflexão em áreas como ESG, sustentabilidade, economia verde, energias renováveis, segurança alimentar, produção de alimentos, produção de vacinas e agenda do mercado financeiro.

 

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