OPERAÇÃO: Polícia Civil prende suspeito de latrocínio em Porto Velho

Os suspeitos seguiam a vítima e para praticarem o crime conhecido como saidinha de banco, agindo assim com “Olhos de Águia”, uma ave de rapina a procura de sua presa.

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Na manhã desta quarta-feira (03/03), agentes da Delegacia Especializada em Crimes contra o Patrimônio-DERF deram cumprimento a dois mandados prisão em desfavor de C. J. de S. O mesmo é suspeito de ser um dos autores do latrocínio que ceifou a vida de Josimar Noé dos Santos (37 anos) e lesionou um agente de segurança pública, policial penal.

A tentativa de roubo frustrada aconteceu dia 06/03/2020. Na ocasião, os assaltantes perseguiram dois idosos que haviam sacado uma vultuosa quantia em dinheiro de uma agência bancária, localizado na Avenida Vieira Caúla, bairro Igarapé, em Porto Velho. Durante a ação, os bandidos se depararam com um policial penal, que se encontrava em seu dia de folga e esboçou uma reação, oportunidade em que foi alvejado, e um terceiro cliente que saia da loja, acabou também sendo atingido por um dos disparos realizados pelo criminoso. As investigações apontaram que C. J. de S. foi o autor dos disparos que atingiram o Policial Penal e a vítima de forma fatal.

No dia 05/06/2020 a Polícia Civil deflagrou a Operação Olhos de Águia para esclarecer o latrocínio e cumpriu dez mandados na capital, sendo cinco de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, restava a prisão do último suspeito, que ocorreu na manhã de hoje. Os criminosos permaneciam no interior de agências bancárias, acompanhavam as vítimas em potencial e repassavam aos demais membros do grupo, os quais seguiam a vítima e para praticarem o crime conhecido como saidinha de banco, agindo assim com “Olhos de Águia”, uma ave de rapina a procura de sua presa.

Desta feita, fica a mensagem à população e agradecimento aos demais colaboradores, no sentido de que a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio não descansa, enquanto não levar à justiça aqueles que insistem em caminhar a margem da lei, sendo que não há crime perfeito que permaneça impune.

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