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Interior

Operação da PC e PM prende acusados de crime de pistolagem contra empresário José Bento, o popular Periquito, em Tarilândia

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A Polícia Civil de Jaru, através do Departamento de Homicídios, com apoio da Polícia Militar, realizou na manhã desta sexta-feira (31) uma operação que resultou na prisão de quatro pessoas acusadas de se organizarem com a finalidade de cometer crime de pistolagem.

O crime de pistolagem é uma expressão usada no Nordeste do país para os assassinatos encomendados em troca de dinheiro. Dezenas de policiais civis e militares participaram da operação e cumpriram mandados de prisões e de busca e apreensão em propriedades rurais no distrito de Tarilândia e no município de Machadinho do Oeste.

Quatro pessoas foram presas, acusadas de serem responsáveis pela morte do empresário do ramo de agropecuária em Tarilândia, José Bento da Silva, o popular Periquito. O crime aconteceu no dia 26 de abril e desde então a Policia Civil assumiu as investigações, trabalhando diuturnamente através de um forte serviço de inteligência e conseguiu localizar e prender os suspeitos desse crime.

O motivo que levou a mercancia da vida do empresário não foi divulgado para não atrapalhar as investigações. Periquito, como era carinhosamente conhecido, era uma pessoa muito querida, o crime causou grande comoção popular. Entre os presos na operação, segundo a Polícia Civil, estão W.J.deS. o popular “Paulistão”, o pecuarista é acusado de ser o mandante do crime.

A segunda pessoa presa nessa escala criminosa foi Lucas, o popular “Preá”. As investigações apontam que o papel de Lucas foi contratar os pistoleiros e fornecer a arma, uma pistola calibre 9mm e uma motocicleta. Ele seria supostamente a ponte entre mandante e executores. Amarildo Junior foi preso pela PC em uma propriedade rural em Machadinho e confessou sua participação. Amarildo teria dito que atirou na vítima e em troca receberia R$ 2.500,00 pelo serviço.

Após o crime, segundo a Polícia, Amarildo teria fugido em uma motocicleta Tornado vermelha de placa NDX-9411, que no dia do crime teve a numeração adulterada com fita isolante para 9477 e que era pilotada pelo seu comparsa, Walisson, o popular “Borrachinha”. Amarildo teria confirmado ainda que o crime foi encomendado por Preá, pelo total de R$ 5 mil e que ele dividiria esse dinheiro com a dupla de pistoleiros.

A motivação do crime seria uma suposta dívida de alto valor que Paulistão teria com Periquito, e teria contratado os assassinos para executarem o credor. O grupo será conduzido ao Hospital Municipal e depois encaminhado à Casa de Detenção de Jaru, onde ficará à disposição da Justiça.

ENTENDA A OPERAÇÃO

No dia 31 de maio de 2019, nesta circunscrição, as equipes formadas pelos Policiais Civis, lotados na 1° Delegacia de Polícia Civil de Jaru, na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Jaru e na 1° Delegacia de Polícia Civil de Machadinho D’Oeste, com o apoio dos Policiais Militares, lotados no 8° Batalhão da Polícia Militar, situado neste Município, inclusive da equipe de Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO), realizaram o cumprimento de 04 (quatro) mandados de busca e eventual apreensão, sendo 03 (três) na Zona Rural do Distrito de Tarilândia e 01 (um) na Zona Rural do Município de Machadinho D’Oeste, e 02 (dois) mandados de prisão temporária em desfavor de W.G.R., também conhecido como “Borracha” ou “Borrachinha”, e W.J.deS., também conhecido como “Paulistão”.

Com o cumprimento dos referidos mandados, encerra-se hoje uma série de diligências que estavam sendo, pouco a pouco, executadas desde a semana passada, como, por exemplo, os cumprimentos dos mandados de busca e apreensão e prisão temporária dos investigados Amarildo R.dosR.J., também conhecido como “Junior” ou “Juninho”, e Lucas R.C.S., vulgo “Preá”, ocorridos nos dias 23 e 24 de maio do corrente ano.

A presente operação está umbilicalmente ligada à investigação policial instaurada para apurar a ocorrência do crime de homicídio qualificado, tipificado no artigo 121, § 2°, inciso I, do Código Penal.

Em apertada síntese, há fortes indícios de que, no dia 26 de abril de 2019, por volta das 21h, os investigados Amarildo e Walisson, adentraram no estabelecimento comercial denominado “Bar do PT”, localizado na Rua Francisco Vieira de Souza, centro, no Distrito de Tarilândia, em Jaru, oportunidade em que o primeiro (Amarildo), com intenção de matar, disparou diversas vezes contra José Bento da Silva, levando-o a morte.

Cumpre ressaltar, ainda, que, no momento da fuga, os executores do crime deixaram cair o carregador da pistola supostamente utilizada para realizar os disparos. Devidamente recolhido, o mencionado carregador foi encaminhado à Coordenadoria de Pericias Papiloscópicas, Necropalpiloscópicas e retrato falado, oportunidade em que, após identificação de impressões digitais e confrontação, pode-se verificar “(…) inequivocamente que o fragmento 01 (peça questionada) foi produzido pelo polegar esquerdo de Amarildo R.dosR.J.”, ora investigado.

A par disso, também existem indícios de que o investigado W.J.deS, através do coinvestigado Lucas, contratou, mediante pagamento em dinheiro, os executores do homicídio (Amarildo e Walisson), bem como forneceu as armas e a motocicleta utilizadas para a consecução do multicitado delito.

Durante o cumprimento dos mandados de busca, incluindo àqueles cumpridos na semana passada, foram apreendidas 05 (cindo) arma de fogo, tipo espingarda, e porções de substâncias aparentemente entorpecentes, sendo lavrados os respectivos autos de prisão em flagrante.

E, finalmente, deve-se destacar que o presente trabalho apenas foi possível devido à imprescindível atuação de todos os órgãos incumbidos com a persecução criminal, notadamente à Coordenadoria Regional de Criminalística de Jaru e à Coordenadoria de Pericias Papiloscópicas, Necropalpiloscópicas e retrato falado.

Fonte: Anoticiamais

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Interior

Vítimas de massacre em fazenda de Vilhena foram metralhadas de joelhos

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Cozinheira sobrevivente andou a pé por 15 km junto com duas crianças

A reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE esteve na fazenda onde cinco pessoas foram mortas na noite de ontem e obteve novos detalhes da chacina. A propriedade, palco de outro massacre, fica a cerca 100 km da área urbana de Vilhena.

No local, a reportagem obteve a informação de que um grupo de sete homens, fortemente armados, chegou à fazenda por volta das 19:00h. Ao ouvir o barulho, um dos netos do dono da terra saiu e deu de cara com os assassinos. “Não atira que é um menino”, teria alertado um dos integrantes do bando.Ao ouvir as vozes, o fazendeiro Heladio Cândido Senn, conhecido como “Nego Zen”, saiu para ver do que se tratava e foi baleado com uma arma de grosso calibre. Na casa em anexo, dois empregados da propriedade e a esposa de Zen já haviam sido dominados.

As crianças (havia outra neta de Nego Zen no local) foram levadas para a residência do caseiro, e trancadas com a cozinheira do casal assassinado, conhecida pelo apelido de “Gorda”. Um outro funcionário da fazenda conseguiu fugir antes de ser dominado pelos assassinos.

Um dos empregados assassinados, identificado como Jhonatan Rocha Borges dos Reis, de 21 anos, era casado com a cozinheira. Após trabalhar por sete meses na propriedade, ele havia deixado o emprego, mas voltou há duas semanas, levando a esposa para morar no local.

EXECUÇÃO SUMÁRIA
Junto com os três empregados, a esposa de Nego Zen, Sônia Biavatti, foi levada para uma espécie de refeitório. Ali, todos teriam sido obrigados a ficar de joelhos e executados com tiros na cabeça. O terceiro morto não teve sua identidade divulgada.

TORTURA
Um policial que estava no local contou ao site que, mesmo atingido mortalmente, Nego Zen também teria sido torturado. O policial revelou que havia perfurações de faca no corpo dele.

TIROTEIO
A reportagem constatou que um barracão usado para guardar máquinas e ferramentas teve as paredes de metal crivadas de balas de diferentes calibres. Uma bandeira do Brasil colocada sobre a estrutura metálica também foi metralhada pelo grupo armado (VEJA VÍDEO ABAIXO).

OS SOBREVIVENTES
Hoje pela manhã, horas depois que os assassinos haviam ido embora, deixando para trás o rastro de sangue e atrocidades, a cozinheira “Gorda” saiu do cômodo onde havia sido trancada e caminhou por cerca de 15 quilômetros levando as crianças. O pai de uma delas (filho de Nego Zen), que estava na cidade, havia ligado, mas como as chamadas não foram atendidas, ele se deslocou para a fazenda, encontrando os sobreviventes na estrada.

AUTORIA E MOTIVAÇÃO
A polícia não divulgou se há pistas sobre suspeitos ou a motivação do ataque violento. Existe a possibilidade de a ação ter sido executada por invasores, que reivindicam a terra, ou ser serviço executado por pistoleiros profissionais.

Fonte: Folha do Sul

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Frentista é executado com seis tiros em praça de Ji-Paraná

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O frentista identificado como Joilson de Oliveira Souza, 27 anos, foi executado com vários tiros logo nas primeiras horas desta madrugada de terça-feira (12), na praça poliesportiva do bairro Jardim dos Imigrantes na Avenida Monte Castelo, 1º distrito do município de Ji-Paraná.

De acordo com base as informações que uma guarnição da Polícia Militar colheu no local junto as testemunhas, a vítima havia acabado de sair do trabalho e parou em uma lanchonete para pedir um lanche e quando estava aguardando, um elemento em uma motocicleta chegou e sem falar nada foi em direção da vítima e efetuou vários tiros pelas costas de Joilson que atingiu caiu ao solo agonizando.

Na sequência o atirador fugiu do local tomando rumo ignorado em alta velocidade. Uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros esteve no local e constatou que a vítima já estava sem vida. A perícia fez os trabalhos necessários sendo constatado seis perfurações no corpo da vítima e após o término a funerária de plantão removeu o cadáver. Uma equipe da Polícia Civil já segue com as investigações.

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OPERAÇÃO HORUS: Cão K9 do BPChoque encontra 116 Kg de cocaína em reboque de carro em Guajará-Mirim

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Durante a operação Horus, um homem que não teve sua identidade revelada, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, ao ser flagrado transportando 116 Kg de pasta básica de cocaína, em fundo falsos de tambores e caixas de papelão, em cima de um reboque, logo nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (11), na base de policiamento da Polícia Rodoviária Federal de Guajará-Mirim, cidade que faz fronteira com o país da Bolívia.

A operação contou com apoio das policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (Bpfron), Batalhão de Policiamento Choque (BPCHOQUE/CANIL), 5° Batalhão e 9°Batalhão, sendo que consta em registro que o motorista de um veículo que estava puxando um reboque, estava se aproximando e os militares perceberam quando ele ficou nervoso e fizeram a abordagem, sendo primordial o uso do cão, K9 do canil, que foi fundamental para que a droga fosse achada dentro de caixas de papelão e fundo falsos de tambores de gasolina.

Pouco a pouco os tabletes de drogas foram sendo retiradas, totalizando 112 tabletes, somando e dando resultado de 116 kg da droga, que a Polícia acredita que seja oriunda do país da Bolívia e tinha como destino as demais cidades do estado. O motorista não quis se pronunciar com relação de como havia adquirido o entorpecente. Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão, foi conduzido para a delegacia, sendo lavrado o flagrante e posteriormente encaminhado para o presídio onde ficará à disposição da justiça.

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