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Brasil

Mato-grossense, filha de governador e mais dois são executados na saída de balada

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Rhannye Jamilly era natural do município de Cáceres, mas morava no Paraguai onde cursava medicina.

A mato-grossense Rhannye Jamilly, de apenas 18 anos, foi executada com pelo menos 10 tiros de fuzil numa chacina que vitimou mais três pessoas na manhã deste sábado (09), em Pedro Juan Caballero, Paraguai.

Entre as vítimas estão ainda o paraguaio Omar Vicente Álvarez Grance, de 32 anos, a filha de do governador do Departamento de Amambay, Haylee Carolina Acevedo Yunis, 21 anos, e outra brasileira Kaline Reinoso, de 22 anos, de Dourados (MS).

Na sexta-feira (08), Farid Charbell Badaoui Afif, 37 anos, vereador de Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense vizinha à paraguaia Pedro Juan Caballero, também foi executado quando andava de bicicleta. As polícias brasileira e paraguaia investigam os assassinatos e se há relação entre eles.

Conforme o site G1 Mato Grosso do Sul, o primeiro a ser morto foi o vereador do DEM. Ele foi executado na tarde de sexta-feira (08), quando andava de bicicleta.

Conforme a Polícia Civil, os tiros que atingiram o vereador foram disparados por uma pessoa que estava em uma motocicleta. No local foram recolhidos quatro munições de calibre ponto 45 e pelo menos um acertou o parlamentar, que morreu no local.

Os policiais recolheram equipamentos de gravação de imagens para análise do que foi capturado em relação à execução.

Em Pedro Juan Caballero, conforme a polícia paraguaia, quatro pessoas mortas no início da manhã deste sábado foram atingidas por tiros quando saíam de uma casa noturna

Elas estavam em um veículo de placas do Paraguai e os atiradores, em uma caminhonete.

Os suspeitos desceram da caminhonete, se aproximaram do veículo da vítima, atiraram e fugiram. Todos os baleados morreram no local.

 

FONTE: G1

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Mais de 10 milhões ainda não sacaram fundo do PIS-Pasep; saiba como fazer

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Liberado desde agosto de 2019, o saque das contas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) está esquecido por muitos trabalhadores. Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 10,5 milhões de brasileiros ainda não retiraram R$ 23,3 bilhões.

Tem direito ao saque quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. Os interessados devem procurar a Caixa Econômica Federal para retirar o dinheiro. O prazo para o saque vai até 1º de junho de 2025. Após essa data, o dinheiro será transferido à União.

Até maio de 2020, a Caixa administrava apenas as cotas do PIS, destinadas aos trabalhadores do setor privado. No entanto, o Banco do Brasil (BB), que gerenciava o fundo do Pasep, destinado a servidores públicos, militares e funcionários de estatais, transferiu as cotas para a Caixa, o que permitiu a unificação dos saques.

O saque pode ser pedido no aplicativo Meu FGTS, que permite a transferência para uma conta corrente. A retirada em espécie varia conforme o valor a que o beneficiário tem direito. O saldo pode ser consultado no aplicativo, no site do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou no internet banking da Caixa.

O saque de até R$ 3 mil poderá ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e nos terminais de autoatendimento, utilizando o cartão Cidadão, com senha. Outra opção é nas agências da Caixa. Acima de R$ 3 mil, somente nas agências da Caixa, mediante a apresentação de documento oficial com foto. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

Segundo a Lei 13.932, de 2019, os recursos do fundo ficarão disponíveis para todos os cotistas. Diferentemente dos saques anteriores, realizados em 2016, 2017 e 2018, não há limite de idade para a retirada do dinheiro.

A lei facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos. Eles terão apenas de apresentar declaração de consenso entre as partes e a declaração de que não existem outros herdeiros conhecidos, além de documentos como certidão de óbito, certidão ou declaração de dependentes, inventários ou alvarás judiciais que comprovem as informações.

FONTE: Agência Brasil

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Itamaraty: governo acompanha com preocupação violência em Beirute

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O governo brasileiro informou que acompanha “com preocupação” os atos de violência ocorridos na última quinta-feira (14), na capital do Líbano, Beirute, que deixaram ao menos 6 mortos e dezenas de feridos.

“O governo brasileiro reitera seu apoio ao governo do Líbano e aos esforços de toda a sociedade libanesa para restabelecer a calma e a segurança na capital pela via do diálogo e do entendimento”, diz nota do Itamaraty divulgada ontem (15) à noite. A nota informa ainda que não há brasileiros entre os feridos.

Leia aqui a íntegra da nota do Itamaraty.

Entenda

Na quinta-feira, apoiadores do grupo xiita libanês Hezbollah foram alvos de disparos, quando seguiam para um protesto que exigia o afastamento do juiz que investiga a explosão do ano passado no porto da cidade.

De acordo com o Exército os manifestantes foram atingidos quando passavam por uma rotatória localizada em área que divide bairros cristãos e muçulmanos xiitas. Os tiros teriam partido do bairro cristão de Ain el-Remmaneh.

As tensões políticas causadas pelo inquérito sobre a explosão no Porto de Beirute aumentam, e o Hezbollah, grupo fortemente armado e apoiado pelo Irã, lidera os pedidos de afastamento do juiz Tarek Bitar, acusando-o de ser tendencioso. A explosão deixou mais de 200 mortos em agosto do ano passado.

FONTE: CM7

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URGENTE: Adolescente de 16 anos é brutalmente assassinado no Parque São Pedro na capital

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Manaus – Na noite desta quinta-feira (14), um auxiliar de oficina, de apenas 16 anos, identificado até o momento apenas como ‘Léo’, foi assassinado no Parque São Pedro, bairro Tarumã, zona Oeste da capital.

De acordo com informações da polícia, o crime possivelmente foi cometido por traficantes da área, que buscavam executar uma outra pessoa. A suspeita é de que Léo tenha sido confundido com o principal alvo e foi morto por engano.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção do corpo. O caso deve ser investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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