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Política

Jaqueline Cassol diz que portabilidade é o caminho para baixar a conta de luz em Rondônia

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Um novo modelo para distribuição e a comercialização da energia no Brasil está em discussão na Câmara Federal. Sobre esse importante assunto para os consumidores, a deputada federal Jaqueline Cassol (PP/RO) falou, na última sexta-feira (25), em entrevista ao programa Fala Rondônia, da Rede TV. A parlamentar a foi eleita para presidir a Comissão Especial da Portabilidade da Conta de Luz, encarregada de debater o Projeto de Lei 1917.

A nova lei, vai propor uma reforma completa no atual modelo do sistema elétrico brasileiro, possibilitando, entre outras vantagens, que o consumidor escolha a empresa fornecedora de energia, de acordo com seu interesse.

Durante a entrevista, a deputada destacou que o benefício da escolha já existe no Brasil, mas restrito a grandes consumidores, que pagam até 30% a menos do que residencial. A parlamentar ressalta que a abertura do mercado da energia vai possibilitar competitividade e pode ter o mesmo efeito do que aconteceu com o setor de telecomunicações, cujos resultados foram benéficos para o consumidor final.

A deputada também falou sobre os problemas enfrentados com a Energiza, em Rondônia. “Nós viemos com um histórico de problemas no estado e a privatização não ajudou em nada o consumidor final. Pelo contrário, além de um serviço que deixa a desejar, o consumidor ainda enfrenta aumentos abusivos das contas”, resumiu a deputada quando questionada sobre a CPI da Assembleia Legislativa, que investiga a atuação da distribuidora de energia no estado.

A comissão especial que analisa mudanças no funcionamento do setor elétrico foi instalada na última quarta-feira (23) e tem como presidente a deputada Jaqueline Cassol (PP-RO) e como relator o deputado Édio Lopes (PL-RR). “Na próxima quarta-feira, 14h30, nós já teremos reunião da comissão. O relator, deputado Édio Lopes, já disse que quer apresentar o relatório dele antes do final do ano”, disse Jaqueline Cassol. “Então, levaremos para o Plenário um tema de suma importância, no momento que o Brasil precisa se desenvolver cada vez mais”, completou. A comissão especial é formada por 34 deputados.

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Política

“Bandido é elogio para ele”, dispara Bolsonaro contra Renan Calheiros; saiba mais

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O presidente Jair Bolsonaro ironizou na noite desta sexta-feira (15) o anúncio de que o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), deve pedir seu indiciamento por 11 crimes. O parecer de Renan será analisado pela comissão na próxima semana e precisa ser aprovado pela maioria dos senadores. “Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio, 11 crimes”, disse Bolsonaro a apoiadores no Palácio da Alvorada, como mostrou O Globo.

O presidente ainda defendeu o auxílio emergencial e chamou Renan de “bandido”. “Bandido é elogio para ele… O Renan está achando que eu não vou dormir porque está me chamando de homicida, está de sacanagem”, afirmou Bolsonaro. Ele questionou também o fato de nenhum governador ter recebido a mesma acusação.

“Esse indiciamento, para o mundo todo, vai que eu sou homicida. Eu não vi nenhum chefe de estado [governador] ser acusado de homicida no Brasil por causa da pandemia. E olha que eu dei dinheiro para todos eles”, disse o mandatário. Em entrevista à Rádio CBN, Renan afirmou que o relatório irá pedir o indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes, entre eles: epidemia com resultado morte; genocídio de indígenas; crimes contra a humanidade; crimes de responsabilidade; e homicídio por omissão.

 

FONTE: CM7

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Geral

“Nossa prioridade é o que mata”, diz secretário de Atenção Primária à Saúde sobre absorventes

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O veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à distribuição de absorventes para mulheres carentes pegou muito mal até em setores que costumam apoiar o governo, como os partidos do Centrão, e está motivando esforços em vários níveis para tentar recuperar o prejuízo de imagem.

Depois de a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, recuar do discurso inicial e dizer que planeja um programa para distribuir esses itens básicos de higiene, um representante do Ministério da Saúde, o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, alega que, embora o governo tenha “interesse total” em abraçar a ideia, não sabe de onde tirar recursos. “Prioridade é o que mata”, afirmou Câmara em entrevista ao Metrópoles.

Para o auxiliar do ministro Marcelo Queiroga, a prioridade no investimento de recursos insuficientes deve ser em ações que ele considera mais urgentes. “É óbvio que o interesse é total, inclusive eu sou ginecologista, eu sei que isso é um problema grande. A questão é de onde vai vir o recurso. O dinheiro do SUS não brota, a gente tem um orçamento de R$ 143 bilhões, e quando qualquer programa novo entra alguma coisa tem que sair”, argumenta o gestor.

“Então, a gente tem uma questão de prioridade, prioridade é o quê? É o que mata, é o que adoece”, completa.

Apesar de não matar, a falta de absorventes é um problema grave para milhões de mulheres carentes, sobretudo para aquelas em idade escolar, que muitas vezes faltam às aulas por não se sentirem seguras no período menstrual. Atualmente, uma em cada quatro brasileiras não tem acesso a absorventes, aponta o relatório Livre para Menstruar, do movimento Girl Up – uma iniciativa global da Organização das Nações Unidas que busca promover a igualdade de gênero – em parceria com a empresa Herself.

 

*Com informações do metrópoles

 

 

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Política

ECONOMIA: Ministro diz que governo não trabalha com hipótese de racionamento

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Bento Albuquerque destacou “o sucesso” em todos os 11 leilões feitos

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, reiterou hoje (14) que o país não corre risco de racionamento de energia devido à grave crise hídrica. Segundo ele, desde o ano passado, o governo tem monitorado a situação e tomado as medidas necessárias para garantir o abastecimento de energia.

“É importante destacar que estamos vencendo a batalha, ou seja, com base nas mais recentes projeções apresentadas no Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, não trabalhamos com a hipótese de racionamento tendo em vista todas as medidas que estão sendo tomadas desde outubro de 2020”, disse o ministro, durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Bento Albuquerque destacou “o sucesso” em todos os 11 leilões realizados, sendo oito de geração e três de transmissão de energia. “Somente nos últimos certames, foram investidos R$ 40 bilhões, resultando em uma expansão bastante expressiva, em torno de 13% na geração e 15% na transmissão, fundamental neste momento esse período de escassez hídrica”, acrescentou.

 

 

 

FONTE: Agência Brasil

Edição: Valéria Aguiar

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