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Política

Jaqueline Cassol anuncia mais R$ 687 mil para a saúde em Cacoal

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A deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO), conseguiu a liberação de emenda individual do ex-senador Ivo Cassol, junto ao Ministério da Saúde, para quatro hospitais de Cacoal. O valor, que supera R$ 687 mil, já foi depositado na conta do Fundo Municipal de Saúde e vai garantir à aquisição de equipamentos e infraestrutura nas unidades hospitalares. Os recursos federais representam garantia de melhor atendimento à população de Cacoal e cidades vizinhas.

Em Brasília, Jaqueline Cassol tem feito um esforço para garantir recursos para a saúde da população de Rondônia, bem como os pagamentos das emendas destinada pelo ex-senador Ivo Cassol e que ainda não foram pagas. “Nós temos trabalhado para conseguir mais e mais recursos para nosso estado e, principalmente, para cuidar da nossa população”.

Conforme comprovantes do Ministério da Saúde, o Centro de Saúde da Mulher Dr. Francisco Emmanoel, vai receber 212 mil reais para aquisição de um aparelho de Ultrassonografia e outros equipamentos. O recurso vai ampliar o atendimento da saúde da mulher em Cacoal. Também está incluída a aquisição de 20 aparelhos de ar-condicionado para a implantação do novo serviço de Ambulatório Especializado na Unidade de Saúde. O recurso para esse setor chega a R$ 50 mil.

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) também foi contemplado e poderá adquirir um veículo cabine dupla no valor de 125 mil para o transporte de passageiros. Os demais recursos serão destinados para a compra de material permanente no valor de R$ 60 mil. “Ainda temos mais de um milhão já empenhados e que ainda não foram pagos, para a construção de um prédio novo para o Caps. A estrutura hoje funciona num espaço alugado, a nova sede vai trazer um atendimento ainda melhor para profissionais e pacientes”, acredita a deputada.

O Hospital do Câncer São Daniel Comboni será contemplado com R$ 172 mil para a compra de um aparelho de ultrassonografia e um Colposcópio, que servirão para dar maior agilidade na realização dos exames e poder visualizar e identificar qualquer anomalia, dando melhores condições de atendimento e tratamento aos pacientes.

E para atender às gestantes em um ambiente mais confortável e acolhedor, foi destinado para o Hospital Municipal Materno Infantil-HMMI, R$ 67,900 mil que serão usados na manutenção do espaço físico e aquisição de equipamentos, tais como: computadores, cadeiras, camas, poltrona hospitalar, ar-condicionado e detector fetal, para favorecer o trabalho de parto e pós-parto da mulher Cacoalense

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Política

“Bandido é elogio para ele”, dispara Bolsonaro contra Renan Calheiros; saiba mais

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O presidente Jair Bolsonaro ironizou na noite desta sexta-feira (15) o anúncio de que o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), deve pedir seu indiciamento por 11 crimes. O parecer de Renan será analisado pela comissão na próxima semana e precisa ser aprovado pela maioria dos senadores. “Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio, 11 crimes”, disse Bolsonaro a apoiadores no Palácio da Alvorada, como mostrou O Globo.

O presidente ainda defendeu o auxílio emergencial e chamou Renan de “bandido”. “Bandido é elogio para ele… O Renan está achando que eu não vou dormir porque está me chamando de homicida, está de sacanagem”, afirmou Bolsonaro. Ele questionou também o fato de nenhum governador ter recebido a mesma acusação.

“Esse indiciamento, para o mundo todo, vai que eu sou homicida. Eu não vi nenhum chefe de estado [governador] ser acusado de homicida no Brasil por causa da pandemia. E olha que eu dei dinheiro para todos eles”, disse o mandatário. Em entrevista à Rádio CBN, Renan afirmou que o relatório irá pedir o indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes, entre eles: epidemia com resultado morte; genocídio de indígenas; crimes contra a humanidade; crimes de responsabilidade; e homicídio por omissão.

 

FONTE: CM7

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Geral

“Nossa prioridade é o que mata”, diz secretário de Atenção Primária à Saúde sobre absorventes

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O veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à distribuição de absorventes para mulheres carentes pegou muito mal até em setores que costumam apoiar o governo, como os partidos do Centrão, e está motivando esforços em vários níveis para tentar recuperar o prejuízo de imagem.

Depois de a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, recuar do discurso inicial e dizer que planeja um programa para distribuir esses itens básicos de higiene, um representante do Ministério da Saúde, o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, alega que, embora o governo tenha “interesse total” em abraçar a ideia, não sabe de onde tirar recursos. “Prioridade é o que mata”, afirmou Câmara em entrevista ao Metrópoles.

Para o auxiliar do ministro Marcelo Queiroga, a prioridade no investimento de recursos insuficientes deve ser em ações que ele considera mais urgentes. “É óbvio que o interesse é total, inclusive eu sou ginecologista, eu sei que isso é um problema grande. A questão é de onde vai vir o recurso. O dinheiro do SUS não brota, a gente tem um orçamento de R$ 143 bilhões, e quando qualquer programa novo entra alguma coisa tem que sair”, argumenta o gestor.

“Então, a gente tem uma questão de prioridade, prioridade é o quê? É o que mata, é o que adoece”, completa.

Apesar de não matar, a falta de absorventes é um problema grave para milhões de mulheres carentes, sobretudo para aquelas em idade escolar, que muitas vezes faltam às aulas por não se sentirem seguras no período menstrual. Atualmente, uma em cada quatro brasileiras não tem acesso a absorventes, aponta o relatório Livre para Menstruar, do movimento Girl Up – uma iniciativa global da Organização das Nações Unidas que busca promover a igualdade de gênero – em parceria com a empresa Herself.

 

*Com informações do metrópoles

 

 

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Política

ECONOMIA: Ministro diz que governo não trabalha com hipótese de racionamento

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Bento Albuquerque destacou “o sucesso” em todos os 11 leilões feitos

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, reiterou hoje (14) que o país não corre risco de racionamento de energia devido à grave crise hídrica. Segundo ele, desde o ano passado, o governo tem monitorado a situação e tomado as medidas necessárias para garantir o abastecimento de energia.

“É importante destacar que estamos vencendo a batalha, ou seja, com base nas mais recentes projeções apresentadas no Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, não trabalhamos com a hipótese de racionamento tendo em vista todas as medidas que estão sendo tomadas desde outubro de 2020”, disse o ministro, durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Bento Albuquerque destacou “o sucesso” em todos os 11 leilões realizados, sendo oito de geração e três de transmissão de energia. “Somente nos últimos certames, foram investidos R$ 40 bilhões, resultando em uma expansão bastante expressiva, em torno de 13% na geração e 15% na transmissão, fundamental neste momento esse período de escassez hídrica”, acrescentou.

 

 

 

FONTE: Agência Brasil

Edição: Valéria Aguiar

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