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Interior

Homem que, por ciúmes, ateou fogo em mulher na cidade de Chupinguaia é condenado a 10 anos de prisão em Vilhena

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Vítima sofreu queimaduras de segundo grau, mas sobreviveu

Na manhã desta segunda-feira, 13, Eleandro Farias da Silva, que em 2019 ateou fogo na companheira motivado por ciúmes, foi julgado e condenado a 10 anos de prisão.

De acordo com os autos, na noite do dia 19 de outubro de 2019, na residência do casal na Rua H-10, região central de Chupinguaia, cidade a 160 km de Vilhena, Eleandro Farias da Silva, motivado por ciúmes, ateou fogo em Glaydsonara Soares Cardoso.

Ainda de acordo com os autos, Glaydsonara sofreu queimaduras de segundo grau e correu risco de morte, mas sobreviveu.

Eleandro foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado por meio cruel e feminicídio, pois atentou contra a vida da vítima em contexto de violência doméstica e em menosprezo à condição de mulher.

Hoje, os jurados acolheram a tese de homicídio privilegiado e também reconheceram as qualificadoras do meio cruel e que o crime foi praticado em situação de violência doméstica. A juíza que presidente do Tribunal do Juri, dosou a pena em 10 anos de prisão em regime inicial fechado e negou o direito de recorrer em liberdade.

Fonte: Folha do Sul

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FATALIDADE: Jovem motociclista morreu tragicamente após ter o corpo esmagado por caminhão

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Logo nas primeiras horas da tarde desta quarta feira,(22), a Polícia Rodoviária Federal registrou um grave acidente de trânsito fatal, onde um jovem identificado como Pablo Santana, 22 anos, morreu tragicamente após ter o corpo esmagado por um caminhão boiadeiro na marginal da BR-364, na entrada da Avenida das Mangueiras, Bairro Vista Alegre no município de Cacoal.

Com base as informações de testemunhas, o caminhão boiadeiro e o jovem motociclista seguiam no mesmo sentido, quando ao chegar no referido local o motorista do caminhão boiadeiro abriu um pouco para realizar a conversão, momento em que o motocicleta provavelmente não imaginava que o caminhão retornaria para a direita e o caminhão acabou passando sobre o corpo da vítima.

Uma Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros chegou com brevidade no local, porém, o jovem já estava sem vida. Uma equipe da Polícia Militar chegou ao local antes da PRF para controlar o tráfego de veículos no local, contendo populares e preservando a área do crime para a realização dos trabalhos da Polícia Técnica.

Após os trabalhos periciais o corpo foi liberado para a funerária de plantão. O motorista do caminhão foi convidado a fazer o teste do bafômetro para fazer a confecção do boletim de ocorrência.

Com informações do site Plantão Central

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Jovem é executado com tiros após defender a mãe de briga em forró em Ariquemes

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Um jovem identificado como Willian dos Santos Vieira, 20 anos, foi executado com vários tiros de pistola na madrugada desta segunda-feira (20), na frente de um bar na Vila do Chapadão, localizado na rua principal do garimpo Bom Futuro, distrito que pertence à comarca de Ariquemes, região do Vale do Jamari.

De acordo com informações transcritas pelos policiais no boletim de ocorrência, a mãe da vítima se envolveu em uma briga dentro de um forró com a namorada do assassinado e logo os segurança colocaram as duas para fora do recinto, sendo que a confusão continuo e Willian tentou separar a briga e o suspeito tomou as dores e travou luta com a vítima.

Depois de serem separados o suspeito saiu na companhia de outros dois elementos e depois de alguns minutos, eles retornaram e o suspeito identificado como Simon de posse de uma pistola efetuou vários tiros contra a vítima que foi atingida, caiu ao solo, agonizou até a morte e na sequência os suspeitos fugiram do local tomando rumo ignorado.

A Polícia Militar recebeu a denúncia e após chegar no local puderam constar o crime de homicídio e solicitaram a perícia e a funerária de Plantão para fazer os trabalhos necessários. Os policiais durante diligências prenderam Simon, onde ele confessou o crime e disse que jogou a arma dentro do rio Baté. Diante dos fatos ele recebeu voz de prisão e foi levado para Unisp de Ariquemes e o corpo removido pela funerária.

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Homem que matou tio a facadas e construiu churrasqueira sobre o corpo para encobrir o crime é condenado a 17 anos de prisão

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Além de concretar a cova, assassino também fez festa no local

Foi levado a júri popular nesta sexta-feira, 17, em Vilhena, o autor de um dos crimes mais bárbaros já registrados na cidade: com 28 anos na época, Jhon Rodrigues do Nascimento assumiu ter matado o próprio tio, Nilton César Santos do Nascimento, de 44 anos, a facadas. O detalhe macabro é que, após o homicídio, dois anos atrás, o assassino enterrou o corpo no quintal, concretou a cova, e construiu uma churrasqueira por cima.

Para justificar a construção de uma churrasqueira no quintal, sob a qual o corpo de Nilton foi encontrado pela Polícia Civil, o sobrinho alegou que iria pedir a companheira em casamento e que queria realizar uma celebração familiar no local. Celebração esta que, de fato, ocorreu sobre o corpo de Nilton.

Ao dar detalhes da crueldade praticada no final do mês de agosto de 2020, o delegado regional da Polícia Civil em Vilhena, Fábio Henrique Campos revelou que o ex-cabeleireiro foi morto pelo familiar com uma facada nas costas e três na região da garganta.

O JURI
Durou quase sete horas a sessão do Tribunal do Júri que analisou a conduta de John Rodrigues do Nascimento, que foi condenado como pedia a denúncia, por homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de cadáver.

Na sentença, a juíza Liliane Pegoraro Bilharva, que presidiu o Tribunal do Júri, enfatizou: “em relação à ocultação de cadáver, também são graves, pois o acusado não só ocultou o corpo da vítima. Além de fazer isto,  construiu uma churrasqueira em cima do local e, depois disso, fez um churrasco com familiares”.

Pelo assassinato, John foi condenado a 15 anos e seis meses de reclusão; e pelo crime de ocultação de cadáver mais 1 anos e seis meses. A magistrada aplicou a regra do concurso material e somou as penas. Dessa forma, o acusado teve a pena dosada em 17 anos de prisão em regime fechado. A juíza negou ao réu o direito de recorrer em

Fonte: Folha do Sul

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