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Interior

Homem que matou tio a facadas e construiu churrasqueira sobre o corpo para encobrir o crime é condenado a 17 anos de prisão

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Além de concretar a cova, assassino também fez festa no local

Foi levado a júri popular nesta sexta-feira, 17, em Vilhena, o autor de um dos crimes mais bárbaros já registrados na cidade: com 28 anos na época, Jhon Rodrigues do Nascimento assumiu ter matado o próprio tio, Nilton César Santos do Nascimento, de 44 anos, a facadas. O detalhe macabro é que, após o homicídio, dois anos atrás, o assassino enterrou o corpo no quintal, concretou a cova, e construiu uma churrasqueira por cima.

Para justificar a construção de uma churrasqueira no quintal, sob a qual o corpo de Nilton foi encontrado pela Polícia Civil, o sobrinho alegou que iria pedir a companheira em casamento e que queria realizar uma celebração familiar no local. Celebração esta que, de fato, ocorreu sobre o corpo de Nilton.

Ao dar detalhes da crueldade praticada no final do mês de agosto de 2020, o delegado regional da Polícia Civil em Vilhena, Fábio Henrique Campos revelou que o ex-cabeleireiro foi morto pelo familiar com uma facada nas costas e três na região da garganta.

O JURI
Durou quase sete horas a sessão do Tribunal do Júri que analisou a conduta de John Rodrigues do Nascimento, que foi condenado como pedia a denúncia, por homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de cadáver.

Na sentença, a juíza Liliane Pegoraro Bilharva, que presidiu o Tribunal do Júri, enfatizou: “em relação à ocultação de cadáver, também são graves, pois o acusado não só ocultou o corpo da vítima. Além de fazer isto,  construiu uma churrasqueira em cima do local e, depois disso, fez um churrasco com familiares”.

Pelo assassinato, John foi condenado a 15 anos e seis meses de reclusão; e pelo crime de ocultação de cadáver mais 1 anos e seis meses. A magistrada aplicou a regra do concurso material e somou as penas. Dessa forma, o acusado teve a pena dosada em 17 anos de prisão em regime fechado. A juíza negou ao réu o direito de recorrer em

Fonte: Folha do Sul

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Interior

Vítimas de massacre em fazenda de Vilhena foram metralhadas de joelhos

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Cozinheira sobrevivente andou a pé por 15 km junto com duas crianças

A reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE esteve na fazenda onde cinco pessoas foram mortas na noite de ontem e obteve novos detalhes da chacina. A propriedade, palco de outro massacre, fica a cerca 100 km da área urbana de Vilhena.

No local, a reportagem obteve a informação de que um grupo de sete homens, fortemente armados, chegou à fazenda por volta das 19:00h. Ao ouvir o barulho, um dos netos do dono da terra saiu e deu de cara com os assassinos. “Não atira que é um menino”, teria alertado um dos integrantes do bando.Ao ouvir as vozes, o fazendeiro Heladio Cândido Senn, conhecido como “Nego Zen”, saiu para ver do que se tratava e foi baleado com uma arma de grosso calibre. Na casa em anexo, dois empregados da propriedade e a esposa de Zen já haviam sido dominados.

As crianças (havia outra neta de Nego Zen no local) foram levadas para a residência do caseiro, e trancadas com a cozinheira do casal assassinado, conhecida pelo apelido de “Gorda”. Um outro funcionário da fazenda conseguiu fugir antes de ser dominado pelos assassinos.

Um dos empregados assassinados, identificado como Jhonatan Rocha Borges dos Reis, de 21 anos, era casado com a cozinheira. Após trabalhar por sete meses na propriedade, ele havia deixado o emprego, mas voltou há duas semanas, levando a esposa para morar no local.

EXECUÇÃO SUMÁRIA
Junto com os três empregados, a esposa de Nego Zen, Sônia Biavatti, foi levada para uma espécie de refeitório. Ali, todos teriam sido obrigados a ficar de joelhos e executados com tiros na cabeça. O terceiro morto não teve sua identidade divulgada.

TORTURA
Um policial que estava no local contou ao site que, mesmo atingido mortalmente, Nego Zen também teria sido torturado. O policial revelou que havia perfurações de faca no corpo dele.

TIROTEIO
A reportagem constatou que um barracão usado para guardar máquinas e ferramentas teve as paredes de metal crivadas de balas de diferentes calibres. Uma bandeira do Brasil colocada sobre a estrutura metálica também foi metralhada pelo grupo armado (VEJA VÍDEO ABAIXO).

OS SOBREVIVENTES
Hoje pela manhã, horas depois que os assassinos haviam ido embora, deixando para trás o rastro de sangue e atrocidades, a cozinheira “Gorda” saiu do cômodo onde havia sido trancada e caminhou por cerca de 15 quilômetros levando as crianças. O pai de uma delas (filho de Nego Zen), que estava na cidade, havia ligado, mas como as chamadas não foram atendidas, ele se deslocou para a fazenda, encontrando os sobreviventes na estrada.

AUTORIA E MOTIVAÇÃO
A polícia não divulgou se há pistas sobre suspeitos ou a motivação do ataque violento. Existe a possibilidade de a ação ter sido executada por invasores, que reivindicam a terra, ou ser serviço executado por pistoleiros profissionais.

Fonte: Folha do Sul

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Frentista é executado com seis tiros em praça de Ji-Paraná

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O frentista identificado como Joilson de Oliveira Souza, 27 anos, foi executado com vários tiros logo nas primeiras horas desta madrugada de terça-feira (12), na praça poliesportiva do bairro Jardim dos Imigrantes na Avenida Monte Castelo, 1º distrito do município de Ji-Paraná.

De acordo com base as informações que uma guarnição da Polícia Militar colheu no local junto as testemunhas, a vítima havia acabado de sair do trabalho e parou em uma lanchonete para pedir um lanche e quando estava aguardando, um elemento em uma motocicleta chegou e sem falar nada foi em direção da vítima e efetuou vários tiros pelas costas de Joilson que atingiu caiu ao solo agonizando.

Na sequência o atirador fugiu do local tomando rumo ignorado em alta velocidade. Uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros esteve no local e constatou que a vítima já estava sem vida. A perícia fez os trabalhos necessários sendo constatado seis perfurações no corpo da vítima e após o término a funerária de plantão removeu o cadáver. Uma equipe da Polícia Civil já segue com as investigações.

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OPERAÇÃO HORUS: Cão K9 do BPChoque encontra 116 Kg de cocaína em reboque de carro em Guajará-Mirim

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Durante a operação Horus, um homem que não teve sua identidade revelada, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, ao ser flagrado transportando 116 Kg de pasta básica de cocaína, em fundo falsos de tambores e caixas de papelão, em cima de um reboque, logo nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (11), na base de policiamento da Polícia Rodoviária Federal de Guajará-Mirim, cidade que faz fronteira com o país da Bolívia.

A operação contou com apoio das policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (Bpfron), Batalhão de Policiamento Choque (BPCHOQUE/CANIL), 5° Batalhão e 9°Batalhão, sendo que consta em registro que o motorista de um veículo que estava puxando um reboque, estava se aproximando e os militares perceberam quando ele ficou nervoso e fizeram a abordagem, sendo primordial o uso do cão, K9 do canil, que foi fundamental para que a droga fosse achada dentro de caixas de papelão e fundo falsos de tambores de gasolina.

Pouco a pouco os tabletes de drogas foram sendo retiradas, totalizando 112 tabletes, somando e dando resultado de 116 kg da droga, que a Polícia acredita que seja oriunda do país da Bolívia e tinha como destino as demais cidades do estado. O motorista não quis se pronunciar com relação de como havia adquirido o entorpecente. Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão, foi conduzido para a delegacia, sendo lavrado o flagrante e posteriormente encaminhado para o presídio onde ficará à disposição da justiça.

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