Nova fase do programa Celular Seguro prevê integração com estados e medidas para ampliar devolução de aparelhos roubados
As mudanças vêm sendo discutidas por representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministério das Comunicações, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e por integrantes das secretarias estaduais de Segurança Pública.
O programa Celular Seguro
- O Celular Seguro é uma das principais apostas do Ministério da Justiça no terceiro mandato de Lula.
- O aplicativo permite que usuários cadastrem aparelhos e números de telefone e, em casos de roubo, furto ou perda, solicitem o bloqueio do dispositivo.
- A plataforma também oferece a possibilidade de bloquear contas bancárias vinculadas ao celular.
- Em 2025, o Ministério da Justiça informou que mais de 3,8 milhões de usuários aderiram ao programa desde seu lançamento.
- Apenas naquele ano, segundo a pasta, cerca de 198 mil pedidos de bloqueio de aparelhos foram registrados.
- Com as mudanças em discussão, o governo pretende ampliar a eficácia e o alcance social do programa, abrindo caminho para uma recuperação maior de aparelhos roubados ou furtados.
A Secretaria Nacional de Segurança Pública informou, no último dia 13, aos gestores estaduais que a base ajudará a “apoiar as atividades investigativas, operacionais e de inteligência desenvolvidas pelos órgãos de segurança pública”. Pessoas que acompanham as discussões no Ministério da Justiça afirmam que uma das metas do governo é integrar iniciativas semelhantes já adotadas por alguns estados e agilizar tanto as investigações quanto os procedimentos de devolução dos aparelhos. O governo também busca uma forma de responsabilizar comerciantes e redes envolvidas na venda de celulares roubados.





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