Sem citar nomes, decano do STF cobra postura de “árbitro equidistante” de quem comanda a Justiça Eleitoral e diz que a colegialidade cumpriu seu papel.
Gilmar Mendes sobre condução do TSE: silêncio e hesitações não são neutros
Atualizado em 03.11.2026 · 06:45
Resumo
Sem citar nomes, decano do STF cobra postura de “árbitro equidistante” de quem comanda a Justiça Eleitoral e diz que a colegialidade cumpriu seu papel.
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