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Interior

Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

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Exemplo de amor ao próximo e de solidariedade em prol do Hospital de Amor Amazônia em Rondônia vem do município de Cabixi, região do cone Sul do estado, e o herói até então anônimo dessa linda história de dedicação é José Carlos de Oliveira, 59 anos, servidor efetivo da prefeitura da cidade há quase 26 anos, lotado no cargo de vigilante da Secretaria Municipal de Saúde.

Há sete anos, José Carlos decidiu que ia contribuir com os leilões anuais do Hospital de Amor e iniciou o “Projeto Reciclagem e Artesanato”. Neste ano de 2021, de acordo com a Coordenação e Organização do Leilão Direito de Viver de Cabixi, o vigilante efetuou um deposito no valor de R$ 41.310,74 na conta em prol do Hospital de Amor Amazônia, superando suas metas anteriores.

Em sete ano de projeto, José Carlos Oliveira já repassou R$ 141. 202,74 (cento e quarenta e um mil, duzentos e dois reais e setenta e quatro centavos) para o Hospital de Amor. No primeiro ano, em 2015, o vigilante arrecadou R$ 7.500,00; 2016 foram mais R$ 18.530,00; em 2017 a doação atingiu R$ 17.940,00; 2018 R$ 18.333,00; 2019 R$ 20.100,00; em 2020, ano que iniciou a pandemia foram R$ 17.489,00 e neste ano o recorde de R$ 41.310,74.

“José Carlos é casado, e além de cuidar da família, e dedicar-se a filhos e netos, ele também ajuda a cuidar da mãe idosa e um irmão doente”, relata Maria de Lourdes Andrade de Carli, Coordenadora do Leilão Direito de Viver em Cabixi.

CORAÇÃO GIGANTE

Lourdes conta que José Carlos Oliveira tinha na cidade o apelido de “Neném matador’, isso por que antigamente ele abatia bovinos para os açougues da região. Hoje, ele é conhecido como “Neném latinhas”.

Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

Tudo começou quando José Carlos teve um problema de saúde, agendou uma consulta com um cardiologista, e foi orientado pelo médico a fazer caminhada matinal. Ele seguiu a orientação médica, começou a caminhar todas as manhãs e andando pela cidade percebeu que tinha muitas latinhas jogadas nas ruas. Daí veio à ideia: caminhar e recolher as latinhas que encontrasse, e para isso, já levava consigo sacolas.

Enquanto cuidava de sua saúde caminhando, o vigilante fez um propósito de também ajudar salvar vidas, doando os valores arrecadados com a venda das latinhas para o leilão realizado em prol ao hospital de câncer para ajudar no tratamento dos pacientes.

Além do horário da caminhada, o senhor Neném resolveu recolher também nas horas vagas e dias que não estaria de plantão, inclusive nos fins de semana, recolhendo latinhas o ano inteiro, em residências, festas e bares da cidade e em todo o município, sítios e distritos.

Com o projeto Reciclagem e Artesanato, José Carlos recolhe também ferros e faz artesanatos em pneus para enfeites de jardim, e todo o valor arrecadado é repassado para o leilão; ele também reaproveitou máquinas de lavar roupas, colou adesivos, que são colocadas em pontos estratégicos e utilizadas como pontos de coletas. Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

José Carlos passou a utilizar um terreno como depósito, onde muitos amigos e colaboradores passam por ali e deixam latinhas, contribuindo com seu trabalho.

AMIGOS DO BEM PRESENTEIAM NENÉM LATINHAS

Até o mês passado, durante todos esses anos, Nénem latinhas, fazia toda a coleta em uma moto bastante avariada que sua filha tinha presenteado. Atualmente ele conta com a ajuda da esposa, filhos, netos e familiares.

No encerramento do 14º Leilão Direito de Viver de Cabixi, realizado no dia 12 de setembro, de forma virtual, foi a vez de um grupo de amigos promover uma surpresa para o dedicado colaborador desta causa nobre em prol do próximo.

O senhor Neném foi convidado para anunciar o resultado de sua arrecadação/doação do ano de 2021 e, como em todos os anos, seguiu para o evento imaginando que seria apenas o encontro de prestação de contas que é um momento de muita transparência em todos os leilões do HC de Amor.

Na reunião, José Carlos teve uma agradável surpresa, ao ser presenteado com uma moto CG Fan 160, 0 Km, adquirida pelo grupo de amigos denominado “Amigos do Bem”. Os Amigos fizeram uma proposta para o neném de lhe entregarem a moto 0 km, e em troca ele também entregar a sua moto velha, para ser leiloada e o valor arrecadado ser doado para o hospital.

Neném latinha ganhou uma moto nova, e a sua velha moto ainda rendeu R$ 10 mil para o leilão em Cabixi.  Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

Ele aceitou a proposta e a moto bastante usada foi leiloada e arrematada pelo próprio grupo de amigos pelo valor de R$ 10, 000,00. Em síntese, esta é a história de um cidadão comum, que encontrou na reciclagem de material considerado “lixo”, uma grande oportunidade de contribuir com uma causa social que salva milhares de vidas. Autor: Correio Central com a colaboração de Maria de Lourdes A. de Carli.

ATO DE ENTREGA DO CHEQUE NO VALOR DE R$ 481.951.00 DO 14º LEILÃO DIREITO DE VIVER DE CABIXI A LEANDRO ALVES, COORDENADOR GERAL DE CAPTAÇÃO DO LEILÃO DO HC DE AMOR NO ESTADO Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

EXEMPLO COMO O DO SENHOR JOSÉ CARLOS OLIVEIRA SEMEIA AMOR E ESPERANÇA NO INTERIOR DO ESTADO DE RONDÔNIA

Em Rondônia, vigia junta latinhas e repassa R$ 41.310 mil para o Hospital de Amor Amazônia

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Vítimas de massacre em fazenda de Vilhena foram metralhadas de joelhos

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Cozinheira sobrevivente andou a pé por 15 km junto com duas crianças

A reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE esteve na fazenda onde cinco pessoas foram mortas na noite de ontem e obteve novos detalhes da chacina. A propriedade, palco de outro massacre, fica a cerca 100 km da área urbana de Vilhena.

No local, a reportagem obteve a informação de que um grupo de sete homens, fortemente armados, chegou à fazenda por volta das 19:00h. Ao ouvir o barulho, um dos netos do dono da terra saiu e deu de cara com os assassinos. “Não atira que é um menino”, teria alertado um dos integrantes do bando.Ao ouvir as vozes, o fazendeiro Heladio Cândido Senn, conhecido como “Nego Zen”, saiu para ver do que se tratava e foi baleado com uma arma de grosso calibre. Na casa em anexo, dois empregados da propriedade e a esposa de Zen já haviam sido dominados.

As crianças (havia outra neta de Nego Zen no local) foram levadas para a residência do caseiro, e trancadas com a cozinheira do casal assassinado, conhecida pelo apelido de “Gorda”. Um outro funcionário da fazenda conseguiu fugir antes de ser dominado pelos assassinos.

Um dos empregados assassinados, identificado como Jhonatan Rocha Borges dos Reis, de 21 anos, era casado com a cozinheira. Após trabalhar por sete meses na propriedade, ele havia deixado o emprego, mas voltou há duas semanas, levando a esposa para morar no local.

EXECUÇÃO SUMÁRIA
Junto com os três empregados, a esposa de Nego Zen, Sônia Biavatti, foi levada para uma espécie de refeitório. Ali, todos teriam sido obrigados a ficar de joelhos e executados com tiros na cabeça. O terceiro morto não teve sua identidade divulgada.

TORTURA
Um policial que estava no local contou ao site que, mesmo atingido mortalmente, Nego Zen também teria sido torturado. O policial revelou que havia perfurações de faca no corpo dele.

TIROTEIO
A reportagem constatou que um barracão usado para guardar máquinas e ferramentas teve as paredes de metal crivadas de balas de diferentes calibres. Uma bandeira do Brasil colocada sobre a estrutura metálica também foi metralhada pelo grupo armado (VEJA VÍDEO ABAIXO).

OS SOBREVIVENTES
Hoje pela manhã, horas depois que os assassinos haviam ido embora, deixando para trás o rastro de sangue e atrocidades, a cozinheira “Gorda” saiu do cômodo onde havia sido trancada e caminhou por cerca de 15 quilômetros levando as crianças. O pai de uma delas (filho de Nego Zen), que estava na cidade, havia ligado, mas como as chamadas não foram atendidas, ele se deslocou para a fazenda, encontrando os sobreviventes na estrada.

AUTORIA E MOTIVAÇÃO
A polícia não divulgou se há pistas sobre suspeitos ou a motivação do ataque violento. Existe a possibilidade de a ação ter sido executada por invasores, que reivindicam a terra, ou ser serviço executado por pistoleiros profissionais.

Fonte: Folha do Sul

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Frentista é executado com seis tiros em praça de Ji-Paraná

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O frentista identificado como Joilson de Oliveira Souza, 27 anos, foi executado com vários tiros logo nas primeiras horas desta madrugada de terça-feira (12), na praça poliesportiva do bairro Jardim dos Imigrantes na Avenida Monte Castelo, 1º distrito do município de Ji-Paraná.

De acordo com base as informações que uma guarnição da Polícia Militar colheu no local junto as testemunhas, a vítima havia acabado de sair do trabalho e parou em uma lanchonete para pedir um lanche e quando estava aguardando, um elemento em uma motocicleta chegou e sem falar nada foi em direção da vítima e efetuou vários tiros pelas costas de Joilson que atingiu caiu ao solo agonizando.

Na sequência o atirador fugiu do local tomando rumo ignorado em alta velocidade. Uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros esteve no local e constatou que a vítima já estava sem vida. A perícia fez os trabalhos necessários sendo constatado seis perfurações no corpo da vítima e após o término a funerária de plantão removeu o cadáver. Uma equipe da Polícia Civil já segue com as investigações.

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OPERAÇÃO HORUS: Cão K9 do BPChoque encontra 116 Kg de cocaína em reboque de carro em Guajará-Mirim

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Durante a operação Horus, um homem que não teve sua identidade revelada, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, ao ser flagrado transportando 116 Kg de pasta básica de cocaína, em fundo falsos de tambores e caixas de papelão, em cima de um reboque, logo nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (11), na base de policiamento da Polícia Rodoviária Federal de Guajará-Mirim, cidade que faz fronteira com o país da Bolívia.

A operação contou com apoio das policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (Bpfron), Batalhão de Policiamento Choque (BPCHOQUE/CANIL), 5° Batalhão e 9°Batalhão, sendo que consta em registro que o motorista de um veículo que estava puxando um reboque, estava se aproximando e os militares perceberam quando ele ficou nervoso e fizeram a abordagem, sendo primordial o uso do cão, K9 do canil, que foi fundamental para que a droga fosse achada dentro de caixas de papelão e fundo falsos de tambores de gasolina.

Pouco a pouco os tabletes de drogas foram sendo retiradas, totalizando 112 tabletes, somando e dando resultado de 116 kg da droga, que a Polícia acredita que seja oriunda do país da Bolívia e tinha como destino as demais cidades do estado. O motorista não quis se pronunciar com relação de como havia adquirido o entorpecente. Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão, foi conduzido para a delegacia, sendo lavrado o flagrante e posteriormente encaminhado para o presídio onde ficará à disposição da justiça.

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