O dólar comercial fechou esta segunda-feira (26/10) operando em alta em relação ao fechamento da última sexta-feira (23/10). Às 17h, a moeda norte-americana registrava forte alta, de 8,22%, e chegou a R$ 5,40.
A alta do dólar se acentuou pela manhã. Às 10h51, a moeda era negociada a R$ 5,51, com alta de 10,44%.
No entanto, houve desaceleração e a moeda passou para R$ 5,47 às 11h32 (+9,82%). Às 12h23, o dólar já havia passado para R$ 5,42, mas ainda com forte alta no dia: 8,48%.
O dólar seguiu instável em patamar elevado nesta segunda. Às 14h50, a moeda valia R$ 5,45, com valorização de 9,11%.
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do Metrópoles
Na sexta-feira (23/10), o dólar fechou cotado a R$ 4,99, com queda de 0,90%.
A disparada do dólar acionou o circuit breaker, mecanismo de proteção do mercado financeiro que paralisa temporariamente as negociações em momentos de forte volatilidade para que os investidores possam reavaliar suas estratégias.
O Ibovespa futuro também teve as operações interrompidas e, mesmo após a B3 ampliar os limites do circuit breaker e liberar a reabertura do pregão, o índice – que recuou 19,78% – voltou a ter os negócios paralisados por nova trava.
As ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos despencaram no pré-mercado após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquistar vitória contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026.
Os primeiros sinais pós-eleição mostravam que o ETF (fundo que acompanha ações brasileiras) em Nova York caiu 27%, enquanto o fundo equivalente no Japão recuou 15% na madrugada, maior perda em um único dia desde 2008.
Petróleo
O barril do petróleo tipo brent, referência no mercado internacional, era negociado a US$ 110,45 às 17h.




