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Política

Deputados discutem setor mineral com membros da CPRM

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O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), acompanhado dos deputados Chiquinho da Emater (PSB) e Cassia Muleta (Podemos), se reuniu na manhã desta quarta-feira (14), membros da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), empresa pública vinculada ao Ministério das Minas e Energia, que atua em Rondônia há mais de cinco décadas.

“Reconheço a importância do trabalho realizado pela CPRM em Rondônia, desde a década de 1970. E nos colocamos à disposição para contribuir, dentro de nossas limitações, no que for possível”, destacou Redano.
Foram recebidos pelos deputados o diretor de Administração e Finanças da CPRM nacional, Cassiano Alves; o chefe da residência de Porto Velho, Amílcar Adamy; o coordenador executivo da CPRM em Porto Velho, Marcelo Guimarães, e a assessora do diretor de Administração e Finanças, Izabela Giffoni.

Chiquinho da Emater, que foi autor de sessão solene em homenagem a CPRM, disse que a empresa pública dispõe de informações importantes acerca do patrimônio mineral e hidrológico de Rondônia, que ainda é pouco aproveitado pelos gestores públicos, na definição de políticas e de ações. “Temos que aproximar esse vasto conhecimento dos gestores. No abastecimento de água das cidades e dos distritos, por exemplo, os estudos da CPRM podem ser usados com custos bem inferiores e mais precisos, mas hoje ainda são pouco utilizados”, ponderou.

A deputada Cassia observou que, apesar de um trabalho tão importante a CPRM tem apenas 34 servidores, para atender Rondônia e Acre. “É preciso um reforço no pessoal, para que os trabalhos tenham mais celeridade e abrangência. Para isso, podemos acionar a nossa bancada federal para buscar essa ampliação nos quadros de pessoal”, explicou.

Desafios

Cassiano Alves afirmou que na CPRM, cerca de um terço dos servidores são doutores ou pós-doutores e que manter esses profissionais em unidades mais afastadas é um grande desafio. “Por isso, sugiro que os deputados intercedam junto à bancada federal para que a Universidade Federal de Rondônia (Unir) possa oferecer cursos nas áreas de hidrologia e geologia, para que esses servidores possam atuar como docentes, pois é fundamental que o trabalho inclua pesquisa científica e a academia”, acrescentou.

Os deputados então acordaram de oficiar a Unir e a bancada federal, sobre essa necessidade. Também ficou definida a realização de uma audiência pública, em data ainda a ser anunciada, para debater a aproximação entre o setor mineral, os gestores públicos e a CPRM. Outro ponto abordado foi a necessidade de ampliação dos quadros da Agencia Nacional de Mineração (ANM) em Rondônia, que hoje possui apenas um servidor.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Foto: Diego Queiroz-ALE/RO

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Política

Presidente destaca, na ONU, ações do Brasil na transição energética

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Pronunciamento foi gravado para o Diálogo de Alto Nível sobre Energia

Após discursar na Assembleia Geral da Organizações das Nações Unidas (ONU) no início da semana, o presidente Jair Bolsonaro voltou a participar, nesta sexta-feira (24), de um evento multilateral. Em vídeo gravado, o presidente participou do Diálogo de Alto Nível sobre Energia. O evento foi convocado pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para tratar exclusivamente do tema geração de energia com vistas à redução das emissões de carbono e cumprimento do Acordo de Paris sobre o clima.

Em pronunciamento que durou pouco mais de 5 minutos, Jair Bolsonaro lembrou que a matriz energética da maioria dos países, baseada majoritariamente em fontes fósseis, é a principal responsável pela mudança do clima que vivemos hoje, e destacou o protagonismo do Brasil na geração de energia por meio de fontes renováveis.

“O Brasil tem, de longe, a matriz energética mais limpa dentre as grandes economias do mundo. Mais de 47% da nossa matriz energética, e mais de 80% da nossa matriz elétrica, são renováveis. Somos exemplos de transição energética, processo que, no Brasil, teve início nos anos 1970”.

Em janeiro deste ano, quando a ONU lançou o Diálogo de Alto Nível sobre Energia, o Brasil foi selecionado como país líder no tema da transição energética, um dos eixos centrais da iniciativa. Segundo Bolsonaro, ao longo desse período de interlocução multilateral, o Brasil estabeleceu “intensa interação” com parceiros e participou ativamente dos trabalhos técnicos.

“Na transição energética global, para a qual temos dado contribuição significativa como país, não há receita única. Todas as fontes de energia limpa e todas as tecnologias disponíveis, terão papel importante na transição”, enfatizou o presidente.

Bolsonaro ainda destacou ações do Brasil para conter as mudanças climáticas e a emissão de carbono na atmosfera.

“Por meio do pacto em biocombustíveis, assumimos o compromisso de reduzir, voluntariamente, 620 milhões de toneladas de emissões de carbono em 10 anos, considerando apenas o setor de combustíveis de transporte”.

FONTE: Agência Brasil

Edição: Fernando Fraga

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Senador Jorginho reage e enfrenta Renan na CPI após insulto: ‘lava a boca, ladrão picareta´; veja vídeo

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Brasil – O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), e o senador Jorginho Mello (PL-SC), bateram boca na sessão desta quinta-feira, (23). A confusão começou quando Jorginho interrompeu a fala de Renan para defender o presidente Jair Bolsonaro e o empresário Luciano Hang, que foram duramente atacados por Renan Calheiros que não gostou de ser interrompido e o clima esquentou.

Veja o vídeo:

 

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PEC: Senado aprova flexibilização de gastos na educação em 2020 e 2021

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Justificativa para aprovação da PEC é que a pandemia obrigou a suspensão de aulas e o redirecionamento de verbas para a área da saúde

O Senado aprovou nesta terça-feira (21), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13, cuja votação iniciou na semana passada. A PEC livra de punição os estados e municípios que não investiram em 2020 e 2021 a porcentagem mínima de recursos resultantes de impostos exigida pela Constituição em educação. Agora, o texto segue para votação na Câmara dos Deputados.

A justificativa para aprovação da PEC é que a pandemia, que obrigou a suspensão de aulas e, ao mesmo tempo, o redirecionamento de verbas para a área da saúde, impediu prefeitos de investirem em educação uma porcentagem mínima prevista em lei. Por conta da suspensão de aulas presenciais, gastos com transporte escolar e merenda, que não foram necessários.

“Nesse prisma, o gestor, para alcançar o piso de investimento, teria que praticamente inventar despesas, o que poderia levar ao desperdício dos recursos públicos”, defendeu a relatora da PEC, Soraya Thronicke (PSL-MS), durante as discussões da PEC ainda em primeiro turno, na semana passada.

A Constituição determina que a União aplique em educação pelo menos 18% e estados e municípios pelo menos 25% do total de receitas vindas de impostos. Caso a PEC não seja aprovada no Congresso, os gestores que não aplicaram o mínimo previsto podem sofrer penalidades cíveis ou criminais, além de sanções administrativas. Segundo levantamento da Consultoria do Senado, no entanto, apenas 280 municípios não cumpriram com a destinação mínima. Isso representa 5% do total de municípios do país.

Segundo argumentou Soraya Thronicke em seu parecer, a pandemia causou impacto no orçamento dos entes federativos, em virtude da queda de arrecadação, redirecionamento de recursos para a saúde e adoção de medidas de apoio econômico para amenizar o desaquecimento da atividade produtiva.

A medida só vale para os exercícios de 2020 e 2021. “Após a retomada das atividades econômicas, a responsabilização pelo descumprimento da vinculação constitucional de recursos para a educação volta a vigorar”, disse Thronicke em seu parecer. Além disso, a PEC determina que os gestores que não aplicaram a porcentagem mínima de recursos, deverão investir essa verba não utilizada até 2023.

A PEC é fruto de uma demanda da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Segundo a entidade, não há como penalizar gestores pelo não cumprimento dos 25%, diante de um cenário que apresentou receita crescente, em contraste com o congelamento de despesas com pessoal e aulas ainda não totalmente retomadas em muitas escolas.

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