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Justiça

CASO MISS MANICORÉ: Rafael Fernandez será julgado pelo assassinato de Kimberly Oliveira nesta quarta-feira (27)

Hora1 Rondônia

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Amazonas – A 2.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus realiza nesta quarta-feira (27/10) o julgamento em plenário da Ação Penal n.º 0659697-14.2020.8.04.0001, que tem como réu Rafael Fernandez Rodrigues. Ele é acusado de homicídio qualificado, crime ocorrido em maio de 2020 e que teve como vítima Kimberly Karen Mota de Oliveira, ex-miss Manicoré.

A sessão de julgamento ocorrerá no auditório do Fórum Ministro Henoch Reis, no bairro São Francisco, zona Sul de Manaus, e será presidida pela juíza de direito titular da 2.ª Vara do Tribunal do Júri, Ana Paula de Medeiros Braga Bussulo.

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM) será representado pelas promotoras de justiça Marcia Cristina Oliveira e Lilian Nara Pinheiro. O réu terá em sua defesa os advogados Josemar Berçot, Josemar Berçot Junior, Eguinaldo Gonçalves de Moura e Camila Alencar de Brito.

O Ministério Público indicou oito testemunhas de acusação, porém, de acordo com o Código Penal Brasileiro, apenas cinco serão ouvidas em plenário. Já a defesa indicou quatro testemunhas. O réu Rafael Fernandez Rodrigues, que está preso no sistema prisional da capital, deverá ser conduzido ao fórum para participar do julgamento.

Denúncia

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM) ofereceu denúncia contra Rafael Fernandez Rodrigues como incurso nas penas do art. 121, parágrafo 2.º, incisos I (motivo torpe), IV (recurso que tornou impossível a defesa da ofendida) e VI (feminicídio), do Código Penal.

De acordo com o inquérito policial que deu origem à denúncia formulada pelo MPE, Rafael e a vítima, que tinha 22 anos, mantiveram um relacionamento amoroso e, no dia dos fatos, 11 de maio de 2020, encontravam-se no apartamento do acusado, localizado na Avenida Joaquim, no Centro de Manaus. Após supostamente ver notificações de mensagens de homens no celular da jovem, Rafael a teria questionado, quando ela disse que não tinha intenção de reatar o relacionamento com ele.

Conforme a denúncia, após essa conversa, o acusado foi à cozinha e escondeu uma faca na cintura. Depois, teria atacado Kimberly no quarto do apartamento. Ainda segundo o MP, após o crime, o acusado empreendeu fuga e foi capturado no dia 15 de maio, no município de Paracaima, em Roraima.

* Com informações do TJAM

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Justiça

JUSTIÇA: Mãe e filho serão julgados por assassinato de empresário em Porto Velho

Hora1 Rondônia

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Corpo da vítima foi carbonizado, ocultado e encontrado no Ramal Maravilha

O Juízo da 1ª. Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho vai levar ao julgamento popular dois acusados do bárbaro assassinato do empresário Wilmar Batista de Souza, na época com 56 anos.
O crime aconteceu no dia 9 de julho de 2017 e, segundo a Polícia Civil foi praticado por Cleonice Pereira Naressi e seu filho Henrique Naressi, sendo ela convivente e ele enteado da vítima.

Wilmar foi morto a facadas e o corpo carbonizado e jogado na mata localizada no Ramal Maravilha, após a ponte sobre o rio Madeira, na BR-319, sentido Porto Velho/Humaitá.

Os dois foram indiciados por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A motivação do crime, segundo a Polícia Civil, seria o recebimento de um seguro de vida no valor de R$ 150 mil que a vítima fez em nome de dois filhos de Cleonice, um deles, Henrique.

Um irmão da vítima contou em depoimento que esteve com Wilmar dias antes de ele ser morto e, naquela oportunidade, e lhe confidenciou que Cleonice teria tentado contra sua vida colocando remédios em sua bebida, que tinha medo de ser morto por ela em decorrência do seguro de vida.

Ainda em seu depoimento, o irmão da vítima disse que Wilmar estava em processo de separação porque teve conhecimento de um furto da qual Cleonice participou no apartamento de um vizinho. Confidenciou também que não tinha como se separar porque ela estava com seus documentos e procuração do INSS.

Apesar de negar o cometimento do crime, algumas evidências colocam os acusados na cena do crime. Junto ao corpo foram encontradas tornozeleiras iguais à que os dois filhos da vítima utilizam na academia onde praticavam musculação. Cleonice convivia com Wilmar desde 2009.

Dia após o crime, Cleonice se mudou do apartamento onde moravam e colocou para alugar. A Polícia Civil teve acesso às Câmeras da agência bancária onde aparece ela sacando dinheiro da conta da vítima para abastecer o cargo antes de fugir.

A data do julgamento ainda não foi marcada.

 

FONTE: O Observador

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Justiça

Assassino do jornalista Beto Andreoli é condenado à 22 anos de cadeia

Hora1 Rondônia

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Em julgamento que durou aproximadamente 12 horas, o criminoso João Luiz da Silva Filho foi condenado a 22 anos no regime fechado na noite desta sexta-feira (19).

O bandido matou a facadas o jornalista Alberto de Carvalho Andreoli na madrugada do dia 12 de abril de 2020, na Rua Venezuela com Avenida Abunã, bairro Embratel em Porto Velho.

O julgamento foi realizado pelo 1° Tribunal do Júri, no Fórum Criminal de Porto Velho. Os jurados entenderam que o criminoso matou por meio cruel e utilizou recursos que impossibilitou reação da vítima.

A pena do homicida inicialmente seria de 23 anos, mas foi reduzida por ele ter confessado o crime. João Luiz é reincidente e já havia cometido outros  quatro assassinatos.

Alberto Andreoli foi morto de forma bárbara após discussão por causa de um capacete do acusado.

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Justiça

JULGAMENTO: Acusado de matar Beto Andreoli tem extensa ficha criminal

Hora1 Rondônia

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O acusado já cumpriu pena por outros três assassinatos e estava solto

Por Felipe Santos

Um homem frio e violento que o sistema carcerário não conseguiu recuperar. Uma pessoa sem sentimentos, beneficiado pelas progressões de pena. Segundo pesquisa realizada pela equipe de reportagem, João Luiz da Silva Filho, de 50 anos de idade, réu por ter assassinado a facadas o jornalista Alberto de Carvalho Andreoli, mais conhecido como Beto Andreoli, tem uma extensa ficha criminal com três homicídios anteriores.

Seu primeiro assassinato foi no mês de maio de 1990, mais de 31 anos atrás. O motivo foi um homicídio doloso (quando há intenção de matar) que foi avaliado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), onde em 12/08/1991, João Luiz foi condenado a apenas 06 anos de reclusão, em regime fechado.

Segunda morte

Beneficiado por dezenas de brechas e interpretações das leis brasileiras, pouco tempo depois, já nas ruas de Porto Velho praticou mais um homicídio doloso (com intenção de matar) em 10 de janeiro de 1993.

Desta vez, o processo foi julgado na 1ª Vara do Tribunal do Júri, do mesmo TJRO, onde no dia 26 de agosto de 1993, João Luiz foi novamente condenado, mas com uma pena um pouco menor: 04 anos de reclusão em regime fechado.
Reincidente ganhou uma pena mínima, sendo mais uma vez beneficiado pelo código penal brasileiro que parece ter gerado sensação de impunidade no homicida.

Terceira morte

Ainda de acordo com a pesquisa realizada nos sistemas do Tribunal de Justiça de Rondônia, nova condenação. Desta vez, por homicídio culposo (sem intenção de matar).

O crime teria ocorrido no dia 14 de agosto de 2005, com prisão em flagrante. O julgamento pela 1ª Vara do Tribunal do Júri com a sentença aconteceu em 15/03/2006, com pena de 01 ano e 10 meses de detenção, em regime aberto (cumpriu a pena em liberdade).

Agressões

Em 1995, pouco mais de dois anos após ser condenado por mais um assassinato, agora um novo crime: lesões corporais. Mas este, João Luiz da Silva Filho respondeu em liberdade.

Não se sabe se as agressões foram contra homem ou mulher, mas no dia 29 de outubro de 1996, o processo foi arquivado definitivamente com extinção da pena.

Em março de 2012, M. F.S., pediu uma medida protetiva de urgência contra João Luiz, baseada na Lei Maria da Penha.

O processo foi distribuído em julho de 2011 para o 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Velho, com arquivamento definitivo em março de 2012, onde não tivemos acesso aos detalhes do desfecho.

Quarta morte

O quarto crime de morte cometido por João Luiz da Silva Filho foi no dia 12 de abril do ano passado, na esquina das Ruas Venezuela e Abunã, no bairro Embratel.

Desta vez, a vítima foi Beto Andreoli, morto com extrema violência, com várias facadas no tórax e pescoço, mesmo desarmado, caído no chão e com ferimentos graves.

Segundo testemunhas, ele foi assassinado após uma discussão boba por conta de um capacete de moto pertencente a João Luiz.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, o crime foi cometido com meio cruel e o acusado aumentou inutilmente o sofrimento da vítima, “revelando uma brutalidade fora do comum e em contraste com o mais elementar sentimento de piedade”.

Pelo assassinato de Beto Andreoli, João Luiz será julgado por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa do ofendido. O acusado (passando a réu) teve a denúncia aceita pela Vara do Júri no dia 07 de dezembro do ano passado.

“Esse cara é um homicida nato. Já foi beneficiado outras vezes por progressões de pena. Quem já matou quatro pessoas, sai para a rua, e vai matar mais um, não merece sair mais. ” desabafou o pai de Beto, o jornalista Paulo Andreoli.
O réu João, agora com quatro mortes na ficha será novamente julgado nesta sexta (19) ás 8hs na 1ª vara do Juri.

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