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Auxílio Brasil vai exigir registro no Cadastro Único. Veja como fazer

Hora1 Rondônia

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Para receber o Auxílio Brasil, programa social que vai substituir o Bolsa Família, brasileiros precisarão estar inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). O registro permite ao governo saber quem são e como vivem as famílias de baixa renda no Brasil.

Segundo anunciado na quarta-feira (20/10) pelo governo, o programa terá um reajuste de 20% e começará a ser pago em novembro de 2021.

O CadÚnico é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras de forma gratuita para quem participa de programas sociais, como Bolsa Família, Programa Casa Verde e Amarela e Programa Social de Energia Elétrica. Cada programa tem uma exigência diferente, mas o primeiro passo é manter o cadastro atualizado. O cadastramento não é feito pela internet. Para se inscrever, O cidadão precisa ir presencialmente até o setor responsável pelo Cadastro Único em cada cidade.

Normalmente, esse atendimento é feito nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em postos de atendimento do Cadastro Único e do Bolsa Família das prefeituras.

A pessoa que fará o cadastramento da família deve ter pelo menos 16 anos, CPF ou título de eleitor e ser, preferencialmente, mulher. Além de apresentar CPF ou título de eleitor próprio, esse representante precisa apresentar ao menos um dos seguintes documentos de cada pessoa da família:

  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento;
  • CPF;
  • Carteira de Identidade – RG;
  • Carteira de Trabalho;
  • Título de Eleitor; ou
  • Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI) – somente se a pessoa for indígena.

Em seguida, é realizada a entrevista do Cadastro Único, na qual um funcionário da prefeitura fará perguntas sobre vários aspectos da realidade da família: quem faz parte da família, características do domicílio, despesas, se há pessoas com deficiência na família, grau de escolaridade dos integrantes, características de trabalho e remuneração dos integrantes da família.

Também será questionado se a família é indígena ou quilombola.

Uma das condições para participar de programas sociais é a existência do Número de Identificação Social (NIS). Caso algum familiar não tenha NIS, será atribuído um a ele ao inserir os dados da família no Sistema de Cadastro Único. Esse processo pode demorar até 48 horas.

Atualização cadastral

A inscrição no Cadastro Único exige atualização dos dados sempre que há uma mudança nas características da família, alteração de domicílio ou, no máximo, a cada dois anos. Nesse caso, o próprio cidadão busca espontaneamente um CRAS ou posto do Cadastro Único para atualizar os dados.

Os governos federal ou municipal também podem convocar as famílias, por meio de cartas, extratos ou telefonemas, a fazer a atualização cadastral.

Caso as famílias fiquem mais de quatro anos sem atualizar os dados, os registros podem ser excluídos do Cadastro Único e a concessão dos benefícios é prejudicada.

Como saber se está cadastrado

A situação de cadastro e atualização pode ser checada por meio do aplicativo Meu CadÚnico, que permite ao cidadão acessar os próprios dados e os da família dele e possibilita a impressão de comprovante de cadastramento.

O aplicativo também permite saber se o registro da família está desatualizado ou se está incluído em algum processo de averiguação cadastral, o que exige nova atualização.

FONTE: METRÓPOLES

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Mulher é presa por matar bebê de 1 ano afogado e simular acidente

Hora1 Rondônia

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Mulher afogou criança sem que a mãe percebesse e ainda simulou um acidente

A Polícia Civil prendeu uma mulher de 62 anos suspeita de matar um bebê de 1 ano na cidade de Itambacuri, no Vale do Rio Doce, em Minas. Ela estava foragida desde 2015, quando o crime ocorreu, e foi localizada em Coronel Fabriciano, a cerca de 220 quilômetros de Itambacuri.

De acordo com a corporação, as investigações apontam que a mulher afogou o bebê em um local com água nos fundos da casa em que trabalhava. Ela teria agido sem que a mãe da criança percebesse.

Segundo a Polícia Civil, após o crime, a mulher ainda tentou simular um acidente.

A perícia técnica da Polícia Civil, no entanto, concluiu que a causa da morte do bebê foi asfixia por afogamento. Ainda em 2015, a corporação representou pela prisão preventiva da suspeita. Ela fugiu e ficou foragida desde então.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil em Itambacuri, e a prisão contou com apoio de policiais do 12º Departamento de Polícia Civil em Ipatinga.

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URGENTE: Casal é executado dentro de casa na comunidade Rio Piorini; mulher estava grávida de oito meses

Hora1 Rondônia

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Manaus – Na noite desta sexta-feira (26), Taide Ramon da Silva Picanço, de 27 anos, e Samantha Silva, de 18 anos, foram assassinados dentro de casa na rua Morro Belo, comunidade Rio Piorini, bairro Colônia Terra Nova, zona Norte da capital amazonense.

De acordo com informações preliminares, dois carros de placas não identificadas chegaram ao local por volta das 19h, momento em que um grupo de criminosos invadiu a residência e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra o casal.

Conforme informado por populares, Samantha estava grávida de oito meses e o bebê em seu ventre chegou a ficar mexendo por algum tempo após ela ter sido morta, possivelmente ainda vivo. No entanto, ao chegar no local, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) constatou o óbito do homem, da mulher e também da criança.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção dos corpos. O caso deve ser investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

 

FONTE: CM7

 

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Ensino a distância conquista adeptos e aumenta após fim de restrições

Hora1 Rondônia

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Mais de 50 instituições participaram de pesquisa sobre a modalidade

O anúncio da pandemia de covid-19 em março de 2020 trouxe diversas transformações sociais. Com as restrições de locomoção e de contato social, setores indispensáveis tiveram que passar por adaptações. Uma das mais significativas ocorreu na educação, que passou a adotar o modelo de ensino a distância (EAD) em praticamente todas as modalidades de educação – desde treinamentos básicos a mestrados e doutorados.

Apesar de apresentarem, em média, desempenhopior do que os cursos presenciais, os cursos a distância trazem opções de ensino viáveis para alunos que necessitam trabalhar e estudar ao mesmo tempo e para pessoas que necessitam compartimentar ou flexibilizar os horários de estudo.

“A EAD se encaixa perfeitamente como solução para a realidade atual devido a sua flexibilidade, aos diversos meios de transmissão de conteúdo (vídeos, textos, aplicativos, jogos), aos canais de comunicação existentes, além de beneficiar os diferentes tipos de aprendizagens”, ressaltou a Fábia Kátia Moreira, consultora de EAD e tecnologia internacional que atua na área há mais de 25 anos.

Para a consultora, “diante da pandemia da covid-19, mesmo as instituições mais tradicionais e resistentes à EAD estão lançando mão dessa modalidade, senão para oferecer novas possibilidades de aprendizagem aos estudantes, ao menos para garantir o cumprimento dos duzentos dias letivos exigidos em lei”.

Qualidade de vida

De acordo com a psicóloga e estudante de pós-graduação em Gestão de Pessoas Jaqueline Oliveira, o EAD oferece aumento em qualidade de vida, já que elimina a necessidade de deslocamento. “Me ajudou muito pela questão de flexibilidade de horários. Tenho uma vida muito corrida e moro em uma área que faz com que eu precise ficar em transporte público por, no mínimo, 1h30 antes de chegar na instituição de ensino. Ganhei qualidade de vida e me adaptei à didática. Acredito que não quero mais fazer ensino presencial”, afirmou.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) mostra que tanto a procura quanto a oferta por cursos EAD tiveram aumento substancial entre 2020 e 2021, e que, apesar da situação criada pela pandemia, o mercado tende a se consolidar mesmo após o término das restrições sanitárias.

As características do EAD, entretanto, também trazem dificuldades. Entre elas, o aumento da inadimplência e da evasão escolar. Os dados coletados pela Abed mostram que para 21,6% dos cursos EAD oferecidos a inadimplência cresceu em até 50%. A evasão escolar também é maior via EAD – para 27,5% dos cursos analisados a evasão aumentou em até 50%.

Dos alunos entrevistados e que estão inadimplentes, 70% responsabilizaram a crise econômica criada pela pandemia como razão para suspender os pagamentos de mensalidades, enquanto 47,1% afirmaram ter dificuldades de adaptação ao ensino remoto emergencial.

Dia Nacional do EAD

Instituído em 2003 pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), o dia 27 de novembro marca a celebração do ensino a distância como ferramenta de educação e democratização do conhecimento.

Para discutir temas relevantes sobre o assunto, como metodologias, perfis educacionais e desafios do mercado de EAD, a Abed preparou um calendário de palestras online gratuitas para o público – tanto alunos quanto educadores.

A programação completa pode ser conferida aqui.

Edição: Maria Claudia

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