Halterofilismo brasileiro chega a Lima em busca de novos ouros

Os competidores participam de uma prova de supino na qual recebem três tentativas. Duas precisam ser validadas. No fim é considerada apenas a maior pontuação.

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21/01/2016 - Rio de Janeiro, RJ, 2016 IPC Powerlifting World Cup - Arena Carioca 1 - Pódio - Categoria 41-61kg. ©Daniel Zappe/MPIX/CPB

O halterofilismo é uma das modalidades nas quais o Brasil busca manter o histórico de medalhas douradas nos Jogos Parapan-Americanos de 2019, que começaram nesta sexta (23), em Lima. Na última edição do evento, os brasileiros voltaram para casa com três ouros, uma prata e quatro bronzes.

Entre os atletas convocados estão Evânio Rodrigues, ouro no Parapan de Toronto (2015), e Bruno Pinheiro Carra, prata em Toronto (2015) e em Guadalajara (2011). Já Christian Porteiro e a recordista das Américas Mariana D’andrea irão pela primeira vez à competição.

O técnico Valdeci Lopes destaca que as regras acrescentam exigências específicas à modalidade: “Diferentemente do convencional, que valoriza mais a força, o halterofilismo paralímpico tem muito detalhe técnico. Qualquer erro pode significar a perda de uma medalha”.

Além da força

Competem na modalidade atletas com diferentes deficiências: nos membros inferiores, com paralisia cerebral e com baixa estatura. Para a disputa, os competidores são separados pelo peso corporal.

Os competidores participam de uma prova de supino na qual recebem três tentativas. Duas precisam ser validadas. No fim é considerada apenas a maior pontuação. Em caso de empate, vence o atleta mais leve.

Nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, as provas de halterofilismo acontecem entre os dias 29 e 31 de agosto.

Assista também no programa Stadium da TV Brasil:

*Estagiária sob supervisão de Fábio Lisboa