Servidores querem folga em dias de jogos da Copa do Mundo Feminina

O documento enviado a Guedes trata o evento como “simbólico” e “histórico”. “Contamos com sua compreensão diante deste momento ao mesmo tempo simbólico e histórico”

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Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 começa na próxima sexta-feira (07/06/2019), na França, e, com o início do evento esportivo, servidores públicos pediram ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que “flexibilizasse” o horário de expediente no governo federal.

funcionalismo quer ser dispensado durante os jogos da Seleção Brasileira. O pedido foi feito por meio de ofício enviado na semana passada pela Associação Nacional da Carreira de Desenvolvimento de Políticas Sociais (Andeps).

No documento, a entidade argumenta que a flexibilização já é adotada durante os jogos da Copa do Mundo de Futebol masculino. Com isso, a liberação refletiria ainda a “isonomia entre gêneros”, de forma material e simbólica.

“A solicitação chama atenção, mas deveria ser natural, afinal nós somos uma das seleções mais fortes do mundo e o Brasil é o país do futebol”, explica Rubens Bias, da Coordenação Institucional da Andeps.

O documento enviado a Guedes trata o evento como “simbólico” e “histórico”. “Contamos com sua compreensão diante deste momento ao mesmo tempo simbólico e histórico”, destaca o texto.

Inicialmente, os servidores querem a redução de horário na abertura do evento, que será nesta sexta-feira (07/06/2019), na partida entre Brasil e Jamaica, prevista para o próximo domingo (09/06/2019), na disputa do Brasil contra a Austrália, no dia 13 de junho, e no jogo entre Brasil e Itália, no dia 18.

A Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 será transmitida pela televisão pela primeira vez no Brasil. A jogadora Marta Silva (foto em destaque), eleita seis vezes a melhor do mundo, participará do campeonato.

Metrópoles entrou em contato com o Ministério da Economia, mas até a última atualização desta reportagem o órgão não havia confirmado se alteraria o horário do expediente durante os jogos. O espaço continua aberto a manifestações.