Justiça condena motoristas e mais cinco pessoas por roubo de caminhão com 60 mil litros de diesel

Outro que também foi condenado é Jackson Espíndola Barros, que é fazendeiro e dono de cerâmica, sentenciado a 7 anos e 30 dias-multa.

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Os caminhoneiros Gilvan Sperancete de Araújo, de 24 anos, e Ualansy Coutinho Machado, de 34 anos, e ainda Nedivaldo Donizete dos Santos, Ramon Leite Guimarães e os empresários Wagner Balansin, 35 anos, e Maurício Sperotto, 27 anos, e o fazendeiro Jackson Spíndola Barros foram condenados, na última sexta-feira (21), pelo roubo de uma carreta bitrem carregada com 60 litros de óleo diesel.

O crime aconteceu em junho deste ano. Os dois caminhoneiros foram encontrados pela polícia após, supostamente, terem as cargas de diesel e de secos e molhados roubadas por criminosos, mas foi descoberto que eles faziam parte de grupo que planejou o roubo da carga e simularam o sequestro após serem encontrados por policiais.

Ualansy Coutinho Machado foi condenado a 5 anos de prisão e Gilvan Sperancete de Araújo a 4 anos e seis meses. As penas serão cumpridas em regime semiaberto.

Já Nedivaldo Donizete dos Santos e Ramon Leite Guimarães seriam as pessoas acusados de intermediar o negócio a venda ilegal da carga e foram condenados, cada um, a 5 anos de prisão e multa, também no regime semiaberto.

Ainda, o empresário Wagner Balansin foi condenado 6 anos de prisão, no regime semiaberto, mais multa. E o também empresário Maurício Sperotto é o único que iniciará o cumprimento da pena de 7 anos no regime fechado.

Os dois empresários confessaram que chegaram a emitir cheques para pagar o combustível roubado, mas alegaram em juízo que foram informados de que o produto estava vindo da Bolívia, acreditando na promessa do intermediador Ramon, de que a nota fiscal para atestar a origem lista do combustível seria entregue.

A argumentação não convenceu o magistrado, que chegou a escrever, em um dos trechos da sentença, em relação aos compradores da mercadoria ilegal: “… alegar que não sabiam da indevida procedência é debochar da Justiça”.

Outro que também foi condenado é Jackson Espíndola Barros, que é fazendeiro e dono de cerâmica, sentenciado a 7 anos e 30 dias-multa. Ele também teria intermediado a transação criminosa.